Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Professores e servidores retomam greve no PR

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Professores e servidores retomam greve no PR
Autor De acordo com o professor Flávio Luis Baccarin, do comando de greve da Unespar, campus Apucarana, a categoria discorda da tramitação do projeto de lei na Assembleia Legislativa que prevê o uso de recursos do ParanaPrevidência para o pagamento das contas do governo do Estado - Foto: Sérgio Rodrigo - Foto: Reprodução

Os professores estaduais do Paraná decidiram durante assembleia realizada em Londrina, no final de semana, entrar em greve por tempo indeterminado. O principal motivo para a paralisação é a votação do projeto de lei que promove mudanças no Regime Próprio de Previdência Social do Estado.

A proposta deve ser apreciada pelos deputados estaduais nesta segunda-feira (27). "Nós entendemos que as alterações que o governo pretende fazer são prejudiciais aos servidores públicos", diz o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato) em Londrina, Antõnio Marcos Gonçalves.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Conforme o sindicato, mais de 3 mil professores participaram da assembleia. Gonçalves destaca ainda que a categoria reivindica também o reajuste conforme o piso nacional, que é de 13,01%. Em nota, o governo do Estado informa que está cumprindo todos os itens acordados em março, durante a primeira paralisação dos professores.

O governo determinou ainda que as faltas de professores e funcionários sejam descontadas em folha de pagamento.

Além disso, a Procuradoria Geral do Estado vai entrar na Justiça para pedir que a greve dos professores seja considerada ilegal e abusiva. Ainda conforme o governo, o projeto de lei que trata da revisão do plano de custeio do Regime Próprio de Previdência Social “não altera o pagamento de proventos a aposentados e pensionistas do Estado”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ParanáPrevidência – como é conhecido o Regime Próprio de Previdência Social do Estado – é composta por três fundos: o Militar, o Financeiro e o Previdenciário. A proposta, apresentada pelo governo estadual, sugere que 33.556 beneficiários com 73 anos ou mais sejam transferidos do Fundo Financeiro, que é arcado com pelo Tesouro estadual, para o Fundo Previdenciário, constituído a partir de contribuições dos servidores e do poder público.

O governo estadual afirma que o Fundo Previdenciário está capitalizado em mais de R$ 8,5 bilhões em investimentos. O Executivo argumenta ainda que esta migração proporcionará uma economia de R$ 125 milhões, por mês, com o pagamento de benefícios. Valor significativo para o cenário de dificuldade financeira vivido pela administração estadual.

O projeto prevê que o Fundo Previdenciário terá ainda o aporte de R$ 1 bilhão a partir de 2021, com o reinício de repasse ao Estado dos royalties da usina de Itaipu, que garantiria a solvência do sistema por pelo menos 29 anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Fórum das Entidades Sindicais do Paraná (FES), por outro lado, não concorda com a proposta e também com a forma como o texto tramita pela Assembleia Legislativa, já que o líder do governo deputado Luiz Claudio Romanelli apresentou pedido de urgência. Para os sindicatos, a medida impede o amplo debate sobre o assunto. Além disso, o FEss é contrário a proposta e apresentou uma série de considerações e sugestões. A exigência dos sindicatos dos servidores é para que o governo retire o projeto e reestabeleça o processo de negociação com as categorias. As informações são do G1.

Região

De acordo com o professor Flávio Luis Baccarin, do comando de greve da Unespar, campus Apucarana, a categoria discorda da tramitação do projeto de lei na Assembleia Legislativa que prevê o uso de recursos do ParanaPrevidência para o pagamento das contas do governo do Estado, que atravessa uma crise financeira. “As paralisações no nosso campus estão programadas a partir de segunda-feira (27), dia em que a matéria deverá entrar na pauta de votação na Assembleia, e, a princípio, seguem até a próxima quinta-feira (30). Com informações de Ariane Bellan.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV