Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

​Presidente do Grupo Galvão pede atendimento psiquiátrico na prisão

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O presidente do Grupo Galvão, Dario Queiroz Galvão Filho, pediu autorização à Justiça, por meio de seus advogados, para receber acompanhamento psiquiátrico enquanto estiver preso no Paraná. Ele é réu em um dos processos da Operação Lava Jato, que investiga um esquema de corrupção que atuava na Petrobras. As informações são do G1.

A defesa do empresário apresentou dois atestados médicos, além do currículo de um psiquiatra sugerido pelos advogados para atender Galvão Filho no presídio, caso o pedido seja aprovado. Os defensores reivindicam que o executivo receba "acompanhamento psiquiátrico, em local reservado nas dependências do estabelecimento prisional, enquanto custodiado preventivamente". Galvão Filho está detido desde o dia 27 de março em prisão preventiva, na qual a detenção ocorre por tempo indeterminado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Em um dos atestados apresentados pela defesa, o médico Flavio Tocci Moreira conclui que o paciente não deve interromper o tratamento e necessita de acompanhamento com o psiquiatra semanalmente.

O médico diz atender Galvão Filho há cinco anos e aponta que o paciente apresenta "quadro de transtorno depressivo ansioso". Segundo os advogados, o empresário tem um histórico de tratamento com antidepressivos, mas não há resposta conclusiva aos medicamentos. 

O outro atestado apresentado pelos advogados é do médico Dailton J Barcelos, que atendeu Galvão Filho na custódia da Política Federal de Curitiba no dia 6 de abril.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O atestado, segundo os defensores, "confirma o histórico de depressão e atesta que a doença persiste, necessitando inclusive da contínua administração de medicamentos".

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV