Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Justiça egípcia confirma pena de morte para líder da Irmandade Muçulmana

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um tribunal do Egito confirmou neste sábado (11) a pena de morte para o líder da Irmandade Muçulmana, Mohammed Badia, e outros 13 dirigentes do grupo, acusados de enfrentar autoridades e por incitar o caos no país.
O tribunal, que já tinha determinado a condenação no último dia 16 de março, confirmou a sentença de morte por enforcamento depois de o caso ser remetido ao mufti Shauqi Alam, a máxima autoridade religiosa do Egito -ele deveria oferecer seu parecer não vinculativo de acordo com a sharia (lei islâmica).
Além do líder do grupo, foram condenados também outros integrantes do alto escalão da Irmandade Muçulmana como Mohammed Gazlan, Mustafa al Ganini e Saad al Hosseini.
Todos são acusados de comandar operações para enfrentar as autoridades locais e propagar o caos depois do desmantelamento dos acampamentos de protestos nas praças de Rabaa al Adauiya e Al Nahda, no Cairo, em agosto de 2013.
Badia, assim como outros dirigentes da Irmandade Muçulmana, já tinha sido condenado à morte em outros processos por instigar a violência e ter envolvimento nos distúrbios ocorridos no país.
Os 14 citados fazem parte de um total de 37 processados neste caso. Os demais réus foram condenados à prisão perpétua, segundo indicou a agência estatal "Mena".
Centenas de pessoas foram condenadas à morte no último ano no Egito em grandes julgamentos. As condenações, porém, foram criticadas pelas organizações de direitos humanos por não respeitarem os princípios de um protesto justo e pela gravidade das penas, entre outros motivos.
Alguns dos casos mais polêmicos ocorreram na cidade de Al Minia, ao sul do Cairo, onde centenas de islamitas foram sentenciados à pena capital, entre eles Badia, em poucos meses.
Nenhuma dessas penas tinha sido aplicada até 7 de março, quando um islamita foi executado na forca após ser condenado por assassinato durante os protestos pela derrubada do presidente Mohammed Mursi, em julho de 2013.
Desde o golpe militar contra Mursi, líder da Irmandade Muçulmana, as autoridades perseguiram os simpatizantes, integrantes e líderes do grupo, declarado posteriormente como organização terrorista.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV