Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Cruz Vermelha e Unicef enviam aviões de ajuda humanitária ao Iêmen

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Chegaram nesta sexta-feira (10) a Sanaa, capital do Iêmen, os dois primeiros aviões de ajuda humanitária ao país, depois de semanas de confrontos entre forças leais ao presidente sunita Abdo Rabbo Mansur Hadi e combatentes xiitas houthis.
As aeronaves são Comitê Internacional da Cruz Vermelha e a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e chegaram ao país com mais de 30 toneladas de medicamentos, equipamentos cirúrgicos e outros suprimentos.
O representante da Unicef no Iêmen, Julian Harneis, afirmou que "a situação humanitária piora com a passagem do tempo, enquanto cada vez é mais limitado o acesso à água potável e aos serviços básicos de saneamento e saúde".
"O material que conseguimos trazer hoje pode marcar a diferença entre a vida e a morte para as crianças e suas famílias", disse Harnes em Amã (Jordânia), citado pelo comunicado do Unicef.
As duas entidades tentavam fazer a viagem desde o final de março, quando a Arábia Saudita começou a bombardear regiões dominadas pelos houthis. Os sauditas criaram uma zona de exclusão aérea que só é liberada durante quatro horas do dia.
Nesta semana, a Cruz Vermelha pediu ajuda para melhorar a situação humanitária crítica do país, que deixou pelo menos 600 mortos e provocou o deslocamento de 100 mil pessoas.
Horas depois do apelo, conseguiu liberação dos sauditas para a chegada de um navio com ajuda humanitária, que atracou no sul do Iêmen. A monarquia do golfo Pérsico também fez um bloqueio marítimo no país vizinho.
GUERRA
A Arábia Saudita forma uma coalizão contra os milicianos houthis, ao lado de Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Catar, Bahrein, Egito, Jordânia, Marrocos e Sudão, para tentar reconduzir Abdo Rabbo Mansur Hadi ao poder.
Nesta sexta, os bombardeios concentraram-se no sul do Iêmen, principalmente em posições dos sunitas e de forças leais ao ex-ditador Ali Abdullah Saleh, antecessor de Hadi, na cidade de Áden.
Além dos bombardeios, os moradores sofrem com a falta de energia elétrica, água e coleta de lixo em vários bairros, além dos hospitais, que não conseguem suprir a demanda de pacientes.
Diante da situação humanitária, a ONU pediu nesta sexta uma trégua nos combates de pelo menos algumas horas para poder enviar ajuda aos civis.
Por outro lado, o Alto Comissariado da ONU para Refugiados (Acnur) informou que está pronto para receber 30 mil refugiados no Djibuti e outros 100 mil na Somália.
Mais cedo, o Parlamento do Paquistão aprovou uma resolução que deixa o país em posição de neutralidade no conflito iemenita, mudando a posição inicial de colaboração com a Arábia Saudita.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV