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Richa vistoria obra do gasoduto que interliga PG, Carambeí e Castro

Da Redação ·
Richa vistoria obra do gasoduto que interliga PG, Carambeí e Castro
Richa vistoria obra do gasoduto que interliga PG, Carambeí e Castro

O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), vistoriou nesta terça-feira (7) as obras do gasoduto que a Compagas constroi na região dos Campos Gerais, interligando os municípios de Ponta Grossa Carambeí e Castro. A rede, de 76 quilômetros, recebe investimentos de R$ 86,4 milhões, é a maior obra da Compagas atualmente e deverá ser entregue no início do segundo semestre.

Só neste ano, o investimento chega a R$ 40 milhões para a conclusão do projeto. Dos 76 quilômetros, 60 já estão instalados. Richa afirmou que o Paraná vive o maior ciclo industrial da sua história, resultado da política do estado, que é ancorada no programa de incentivos fiscais, diálogo com o setor produtivo e segurança jurídica para os investidores. “Isso demanda investimento em infraestrutura e o gás natural é mais um importante elemento para dar suporte e atrair ainda mais indústrias”, disse o governador. 

O governador ressaltou que a região dos Campos Gerais é uma das mais beneficiadas pela expansão industrial e que o gasoduto irá imediatamente atender a duas indústrias de Castro, a Cargill e a Evonik. “A Compagas, sob o nosso governo, assume outro papel, de importância no desenvolvimento econômico e social, que é vigoroso e acelerado no Estado. A empresa realiza um grande trabalho, com investimentos em várias regiões do Paraná, entre eles essa rede dos Campos Gerais”, afirmou Beto Richa. 

GRANDE POTENCIAL – O diretor-presidente da Compagas, Fernando Ghignone, disse que o gasoduto tem, no primeiro momento, a finalidade específica de atender a Cargill e a Evonik, que já indicam o grande potencial de consumo na região. “Mas há possibilidade de expandir, porque Castro passa atualmente por uma revolução industrial. Em pouco tempo, outros municípios dos Campos Gerais poderão contar com um combustível menos poluente, mais econômico e que vai trazer mais competitividade à indústria local”, disse Ghignoni. Ele afirmou que, ainda neste ano, serão licitados o ramal entre São Mateus do Sul e Lapa e, também, uma outra unidade em Rolândia.

“Dentro da estratégia do governo Beto Richa, de dotar o Paraná de completa infraestrutura, a Compagas cumpre sua parte”, ressaltou Ghignone. Hoje, a Compagas atende a Cidade Industrial de Curitiba, Paranaguá, Ponta Grossa, Londrina e mais oito municípios da Região Metropolitana da capital. Acompanharam o governador na vistoria da obra os diretores da Compagas Fábio Augusto Norcio e José Roberto Gomes Paes Leme.

RESIDENCIAL - Além do projeto industrial nos Campos Gerais, a Compagas investirá neste ano mais de R$ 2 milhões para iniciar o projeto de implantação da rede de distribuição que vai atender ao segmento residencial em Ponta Grossa. O investimento total nessa expansão será de cerca R$ 5 milhões para a construção de 6 km de rede até 2018, consolidando Ponta Grossa como a primeira cidade do interior do Paraná a ter abastecimento residencial urbano de gás natural. O Edifício Monet, na Vila Estrela, recebe o gás natural desde 2012, e a iniciativa incentivou a companhia a dar continuidade ao projeto de levar o combustível às demais residências de Ponta Grossa. Atendendo atualmente a 14 cidades do Paraná, a meta da Compagas é que, até 2020, mais de 20 municípios paranaenses sejam atendidos pela rede de gás natural. “O objetivo da companhia é fazer com que o gás chegue ao maior número possível de municípios no interior do Estado, contribuindo para o desenvolvimento e crescimento de mais cidades”, ressalta o diretor-presidente.

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