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Ucrânia diz que batalha de Debaltseve matou 179 de seus soldados

Da Redação ·
Soldados ucranianos deixam região de Debaltseve nesta quarta (18) (Foto: Gleb Garanich/Reuters)
Soldados ucranianos deixam região de Debaltseve nesta quarta (18) (Foto: Gleb Garanich/Reuters)

Um total de 179 soldados ucranianos morreram em um mês na batalha de Debaltseve, leste da Ucrânia, e 81 permanecem desaparecidos, anunciou Yuri Biriukov, conselheiro do presidente ucraniano, Petro Poroshenko. "De 18 de janeiro a 18 de fevereiro, 179 soldados perderam a vida, 110 foram feitos prisioneiros e, no momento, não sabemos o paradeiro de 81", escreveu Biriukov no Facebook, segundo informações da agência AFP.

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As tropas ucranianas abandonaram Debaltseve na quarta-feira (21), numa das piores derrotas do governo de Kiev na guerra de 10 meses que já matou mais de 5 mil pessoas.

A cidade é um entroncamento ferroviário estratégico que passou a ser controlada pelos separatistas pró-Rússia. Países ocidentais dizem que a Rússia está por trás do avanço rebelde, tendo mobilizado milhares de soldados com armamento sofisticado para o leste da Ucrânia para lutarem em nome dos separatistas.

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Moscou, que nega a acusação, patrocinou uma resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) que pediu a todos os lados que interrompam os combates, mas jamais criticou os rebeldes por tomarem Debaltseve. Horas antes da captura, o presidente russo, Vladimir Putin, disse à Ucrânia que o país deveria permitir a rendição de suas tropas. Os rebeldes afirmaram que Debaltseve é o único lugar onde o cessar-fogo não se aplica, e insinuaram que agora pretendem implementar a trégua.

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