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Suspeito de ataques em Copenhague é identificado

Da Redação ·
Policiais fecharam as ruas em volta da estação de metrô de Norrebro, onde o suspeito foi morto - Foto: France Press/BBC Brasil
Policiais fecharam as ruas em volta da estação de metrô de Norrebro, onde o suspeito foi morto - Foto: France Press/BBC Brasil

O homem suspeito de ser o responsável por dois atentados em Copenhague neste fim de semana foi identificado pela imprensa da Dinamarca.

O nome dele é Omar El-Hussein e, segundo a imprensa local, ele foi libertado da prisão há duas semanas, onde cumpriu pena por agressão. Ele é cidadão dinamarquês. A polícia dinamarquesa ainda não confirmou o nome do suspeito, mas informou que o homem de 22 anos tem um histórico de envolvimento com gangues. Os policiais acreditam que o suspeito, que foi morto na manhã deste domingo pela polícia, agiu sozinho nos dois ataques, que deixaram dois mortos.

O suspeito já era conhecido da polícia devido ao seu envolvimento com gangues e por condenações por delitos violentos e outros relacionados a armas. O homem foi morto enquanto a polícia monitorava um enderenço no bairro de Norrebro, em Copenhague. "Quando o suspeito foi morto a tiros durante a ação da polícia, ele estava armado com revólveres", disse o comissário de polícia Thorkild Fodge em uma entrevista coletiva. Fodge também informou que a polícia encontrou a arma que pode ter sido usada no primeiro ataque.


O suspeito começou os ataques no sábado, contra um café onde era realizado um debate sobre blasfêmia e liberdade de expressão. Nesta ocasião, um diretor de cinema que participava da discussão foi morto e três policiais ficaram feridos. Mais tarde, o homem se dirigiu a uma sinagoga da capital dinamarquesa onde matou o segurança do local. Outros dois policiais ficaram feridos.

Ataques em Paris - O serviço secreto da Dinamarca está investigando se o atirador estava copiando os ataques que ocorreram em Paris em janeiro, contra a revista satírica Charlie Hebdo e um supermercado kosher. No total, 17 pessoas morreram nestes ataques.


Fonte: BBC Brasil

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