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​Ex-vice-prefeito, jornalista Délio César morre em Londrina

Da Redação ·
Ex-vice-prefeito, jornalista Délio César morre em Londrina - Foto: Acervo de amigos
Ex-vice-prefeito, jornalista Délio César morre em Londrina - Foto: Acervo de amigos

Advogado e jornalista Délio César, de 75 anos, cidadão honorário da cidade de Londrina, morreu na madrugada desta segunda-feira (9). 

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Segundo informações da assessoria de imprensa do hospital onde ele estava internado, Délio estava hospitalizado desde 29 de janeiro por problemas hepáticos e pulmonares. Na UTI por praticamente todo o período, Délio teve complicações do estado geral de saúde, com óbito por volta das 4h40. 

Délio Cesar era jornalista, advogado, ex-vereador e vice-prefeito no período de 1983 a 1988. Délio César foi ainda correspondente em Londrina da Tribuna da Cidade, de Apucarana.Ele nasceu em 8 de abril de 1939, em Alegre, Espírito Santo e se mudou com a família para Londrina em 1954. 

Amigos de Délio César postaram muitas mensagens de pesar nas redes sociais.

Veja uma homenagem dos amigos a Délio César: 


"DÉLIO PARTIU.

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Com pesar e muita tristeza no coração, comunicamos aoa amigos que Délio acaba de partir para outra dimensão. 09-02-2015, 6h30m.  Dever cumprido, chegou a hora do descanso merecido do guerreiro. "Combateu o bom combate, venceu a carreira, guardou a fé". Fé num mundo melhor para o qual lutou durante toda a sua vida, fé no ser humano que sempre procurou melhorar. Não temos ainda mais detalhes sobre velório e enterro, mas provavelmente será na Câmara Municipal.  Abaixo, um soneto que ele gostava muito do Vinícius de Moraes, e o agradecimento da família pela imensidão do apoio recebido até aqui. 

Soneto de separação

De repente do riso fez-se o pranto Silencioso e branco como a bruma E das bocas unidas fez-se a espuma E das mãos espalmadas fez-se o espanto.

De repente da calma fez-se o vento Que dos olhos desfez a última chama E da paixão fez-se o pressentimento E do momento imóvel fez-se o drama.

De repente, não mais que de repente Fez-se de triste o que se fez amante E de sozinho o que se fez contente.

Fez-se do amigo próximo o distante Fez-se da vida uma aventura errante De repente, não mais que de repente.

Vinicius de Moraes