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Universidades paranaenses são selecionadas para o Projeto Rondon

Da Redação ·
Universidades Estaduais desenvolvem ações do Projeto Rondon 2015 - Foto: SETI
Universidades Estaduais desenvolvem ações do Projeto Rondon 2015 - Foto: SETI

As universidades do Oeste do Paraná (Unioeste) e Estadual de Ponta Grossa (UEPG) foram selecionadas este mês para participar das atividades do Projeto Rondon em 2015. Já estão participando na operação Madacaru, nos municípios de Ibaretema e Madalena, no Ceará. As ações na operação são divididas em dois conjuntos (A e B) e aprimoram oito áreas temáticas que envolvam a graduação do aluno classificado na seleção. A equipe da Unioeste realiza atividades do conjunto A, que abrange temas como cultura, educação, saúde, direitos humanos e justiça. 

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Na Unioeste a equipe é composta por oito alunos dos cursos de Ciências Biológicas, Enfermagem, Farmácia, Geografia, Medicina, Odontologia, Pedagogia e Serviço Social, que são orientados pelos professores Marcos Freitas de Moraes, do campus de Toledo, e Mônica Tereza Suldofski, de Cascavel.

O professor Marcos resume a operação como uma grande oportunidade de adquirir novos conhecimentos e experiências. “O Projeto Rondon promove a integração entre estudantes voluntários que vão aplicar os conhecimentos adquiridos em seus cursos, buscar soluções que contribuam para o desenvolvimento sustentável de comunidades carentes e ampliem o bem-estar dessas populações”, acrescenta Marcos.

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Entre mais de 100 inscritos para participar da operação Mandacaru pela UEPG, oito alunos foram selecionados nas áreas de artes visuais, medicina, farmácia, direito, história, letras, odontologia e direito, com suplentes de Jornalismo, enfermagem e biologia. 

Os acadêmicos selecionados participaram de uma preparação para a operação no Ceará, com base em informações trazidas pelo professor Mário Cezar Lopes da viagem precursora à Madalena. Nesta etapa, o coordenador faz ajustes na proposta institucional, de acordo com as necessidades e a realidade do município onde a instituição irá atuar. A equipe da UEPG também está desenvolvendo ações do conjunto A com a coordenação dos professores Mário Cezar Lopes e Marilisa do Rocio Oliveira.

O professor Mário, que tem grande experiência no Rondon, revela que o projeto é objeto de uma pesquisa que ele desenvolve na área de extensão. “Os alunos deverão responder a um questionário sobre suas expectativas em relação ao projeto e, depois, sobre o que mudou em suas vidas, após a participação. A pesquisa vai abranger também alunos que participaram de operações anteriores”, acrescenta o professor.

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No próximo fim de semana começa a operação “Porta do Sol”, que vai até 7 de fevereiro, na Paraíba, com a participação da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP).

UEL 

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A equipe que representará a UEL, composta por oito alunos, irá para a cidade de Tacima, na Paraíba, com o objetivo de desenvolver atividades que contribuam para o desenvolvimento sustentável da comunidade local.

Os estudantes selecionados são dos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária, Arquitetura e Urbanismo, Ciências da Computação, Ciências Econômicas e Ciências Biológicas. A equipe de rondonistas da UEL é responsável pelos trabalhos relacionados às ações do conjunto B, que prevê oficinas e atividades com foco em temas como Comunicação, Meio Ambiente, Trabalho, Tecnologia Social e Produção.

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A outra instituição estadual de ensino superior (IEES) na operação Porta do Sol é a UENP, que contará com oito alunos das áreas de direito, geografia, medicina veterinária, história, educação física, pedagogia e dois e enfermagem. 

O grupo será coordenado pela professora de fisioterapia, Daniela Licka Taniguti, com destino a Itabaiana na Paraíba, e também irá desenvolver ações nas áreas do conjunto A, que são: Cultura, Direitos Humanos e Justiça, Educação e Saúde.

PROJETO RONDON

Criado em 1967, o Projeto Rondon, coordenado pelo Ministério da Defesa, é um programa de integração social, que envolve a participação voluntária de estudantes universitários, na busca de soluções que contribuam para o desenvolvimento sustentável das comunidades e ampliem o bem estar da população. O projeto realiza operações nos períodos de férias escolares: janeiro/fevereiro e julho de cada ano, para que assim, não atrapalhe os estudos dos rondonistas.

É realizado em parceria com diversos ministérios e tem o apoio das Forças Armadas. Conta ainda com a colaboração dos governos estaduais, das prefeituras e de empresas socialmente responsáveis.