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Japão condena ecologista neozelandês que atacou baleeiro

Da Redação ·
 O ativista neozelandês Pete Bethune posa para foto em fevereiro de 2010; ecologista foi condenado a dois anos de prisão por atacar baleeiro japonês
fonte: Foto por Barbara Veiga/16.02.2010/Sea Shepherd
O ativista neozelandês Pete Bethune posa para foto em fevereiro de 2010; ecologista foi condenado a dois anos de prisão por atacar baleeiro japonês

O militante ecologista neozelandês Peter Bethune foi condenado nesta quarta-feira (7) em Tóquio, no Japão, a dois anos de prisão condicional por ter tentado impedir a caça de baleias por navios japoneses na Antártica.

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Bethune, de 45 anos, foi processado por ter ferido no rosto um marinheiro japonês de 24 anos ao jogar um frasco de ácido butírico (que causa mau cheiro) contra o baleeiro japonês Shonan Maru 2, em fevereiro.

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O incidente aconteceu em águas da Antártica, como parte de uma campanha de protestos da associação ecológica Sea Shepherd, que tem sede nos Estados Unidos e frequentemente promove ações contra os baleeiros japoneses.

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Bethune também foi acusado de ter entrado ilegalmente no baleeiro, ao cortar com uma faca uma rede de proteção, para protestar contra o naufrágio de seu veleiro, o Ady Gil, que foi atingido no dia 6 de janeiro pelo navio japonês.

O militante reconheceu ter jogado o ácido butírico, mas negou a acusação de ter agredido e causado ferimentos nos japoneses.

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O neozelandês se declarou culpado de outras quatro acusações: obstrução de atividades comerciais, violação de propriedade privada, destruição de bens alheios e porte de arma proibida.

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