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Vacina que protege a mãe e o bebê é ofertada nas unidades de saúde

Da Redação ·
Foto: Valdecir Galor/SMCS
Foto: Valdecir Galor/SMCS

A partir deste mês, as gestantes devem ser vacinadas contra a difteria, tétano e coqueluche nas unidades de saúde. A dose deve ser aplicada entre a 27ª e 36ª semanas de gravidez. Aproximadamente 156 mil gestantes serão imunizadas no período de um ano. 

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Além de proteger as gestantes, a vacinação pode diminuir a ocorrência de casos e mortes por coqueluche nos recém-nascidos porque também há passagem de anticorpos maternos para o feto. “A coqueluche é uma doença comum nas crianças e adolescentes e se apresenta de forma branda. No entanto, nos bebês pequenos a possibilidade de complicações é alta, podendo causar pneumonia grave e a morte”, explica o superintendente de Vigilância em Saúde, Sezifredo Paz. 

O coordenador do Programa Estadual de Imunização, João Luis Crivellaro, enfatiza que as grávidas precisam levar a carteira da gestante para verificar se não faltam outras vacinas a serem aplicadas durante a gravidez como, por exemplo, a que imuniza contra a hepatite B. 

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Ele explica que a vacinação da gestante não altera o calendário vacinal do bebê, que deve ser imunizado contra a coqueluche aos dois meses de vida, seguindo as orientações da carteirinha de vacinação da criança. 

PROFISSIONAIS – Os profissionais de UTI neonatal e que trabalham diretamente na assistência às gestantes também serão vacinados. Eles serão orientados no próprio local de trabalho.