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Bebê dado como morto ao nascer completa dois anos

Da Redação ·
Santino nasceu prematuro, em um hospital não especializado na Argentina - Foto: Arquivo pessoal
Santino nasceu prematuro, em um hospital não especializado na Argentina - Foto: Arquivo pessoal

Um menino argentino dado como morto ao nascer completou dois anos de idade nesta terça-feira. As informações são da BBC, com notícia do terra.

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O parto de Santino Manuel Franco foi realizado em um hospital de emergência por uma ginecologista, que disse à mãe, Gisele Franco, que o bebê não respirava e estava morto.

Segundo descrição da mãe, o bebê foi colocado pela médica em uma comadre e seu corpo foi coberto por um pano.

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"Foi horrível", disse Gisele à BBC Brasil. "Eu tive parto normal e lembro quando ela pegou o bebê e o colocou em uma comadre debaixo de sua mesa de escritório na mesma sala onde fui atendida e ainda estava deitada."

Gisele contou que estava grávida de seis meses quando sentiu as contrações em casa e foi levada às pressas para o hospital mais próximo, na cidade de Pilar, na província de Buenos Aires, onde mora. O bebê, disse, nasceu com 660 gramas e era "muito pequeno".

Naquela madrugada de 18 de novembro de 2012, a médica avisou a Gisele e a mãe dela, Viviana Miranda, que a criança não respirava. Viviana, que estava na recepção do hospital, duvidou e pediu para ver o recém-nascido.

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"Foi instinto materno e de avó. E ela insistiu com a médica que o bebê tinha se mexido. A médica disse que não, que era reflexo. Veio uma pediatra que concordou que ele respirava e o salvou", disse Gisele pelo telefone, enquanto preparava a festa familiar de aniversário da criança. Viviana disse à imprensa local que foi "emocionante" ter constatado que o bebê estava vivo.

"Ele estava na comadre no chão, coberto com um pano verde. E ali ficou uns dez ou quinze minutos", disse. Mãe de seis filhos, Viviana afirmou ainda, pouco depois do parto de Gisele, que seu neto tinha vários problemas de saúde, incluindo respiratórios.

Ele ficou quase seis meses internado, incluindo o período de incubadora, no hospital pediátrico Garrahan, na cidade de Buenos Aires. Passou por cirurgias, como uma no coração e outra nos olhos, contaram Gisele e Viviana.

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