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Manifestantes protestam em Pinheiros contra crise de água em SP

Da Redação ·
Eles criticam a postura do governo de Geraldo Alckmin em relação à gestão da crise da água no Estado - Foto: André Monteiro/Folhapress
Eles criticam a postura do governo de Geraldo Alckmin em relação à gestão da crise da água no Estado - Foto: André Monteiro/Folhapress

SÃO PAULO, SP - Manifestantes realizaram protesto na tarde deste sábado (1) no largo da Batata, em Pinheiros, zona oeste de São Paulo, contra a crise de água no Estado.

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De acordo com a Polícia Militar, o ato "Alckmin, cadê a água?" reúne cerca de 200 pessoas ao lado da entrada da estação Faria Lima, da linha 4-amarela do metrô. Reportagem da Folha, porém, estima que o número esteja em torno de 500 manifestantes.
Os manifestantes ocupam a avenida Brigadeiro Faria Lima no sentido Alto de Pinheiros.

O ato reúne jovens e integrantes de movimentos de esquerda como o Juntos, do PSOL, militantes do PSTU, do Território Livre, do Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da USP) e da Anel (Assembleia Nacional de Estudantes-Livre), entre outros.

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Eles criticam a postura do governo de Geraldo Alckmin em relação à gestão da crise da água no Estado.
Os manifestantes carregam cartazes e bandeiras. Uma das faixas diz: "Alckmin molhou a mão do banqueiro e secou a Cantareira". Outras defendem a estatização da Sabesp. Eles também cantam músicas, entre elas uma que diz: "A Sabesp só dá lucro po patrão e falta água na casa do peão".


A manifestação é acompanhada por policiais.


É o segundo ato contra a falta de água neste ano. O primeiro foi organizado pelo MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-teto).