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Corpo de agrônomo de Sabáudia é encontrado no Pantanal do MS

Da Redação ·
Lona preta foi colocada às margens do rio durante resgate dos corpos (Foto: Tatiane Queiroz/ G1 MS)
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Lona preta foi colocada às margens do rio durante resgate dos corpos (Foto: Tatiane Queiroz/ G1 MS)

(Atualizado às 17h45min)

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Foi identificado na manhã desta quinta-feira (25) o corpo do engenheiro agrônomo de Sabáudia, Sidney Romano, que estava em uma embarcação que naufragou no Rio Paraguai durante a última quarta-feira (24). Várias pessoas da região norte do Paraná estavam na embarcação. O corpo de um segundo morador da cidade, um produtor rural, está na lista dos desaparecidos.

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A embarcação naufragou no rio Paraguai, em Porto Murtinho, distante 444 quilômetros de Campo Grande, por volta das 17h30 (de MS) dessa quarta-feira (24). As primeiras informações do Corpo de Bombeiros apontavam que 26 pessoas estavam a bordo, mas o número oficial repassado pela Armada Paraguaia à Marinha Brasileira é de 27, sendo 16 turistas e 11 tripulantes. Até o início da tarde desta quinta-feira, treze pessoas ainda estavam desaparecidas.

SABÁUDIA

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O engenheiro Sidney Romano tinha 37 anos, era casado e deixa dois filhos, um menino de 7 anos e uma menina de 2. Segundo o tio da vítima, que é vice-prefeito do município, Jair de Oliveira, um avião decolou de Londrina no início da tarde para buscar o corpo em Porto Murtinho. A expectativa é que o velório seja iniciado na noite desta quinta-feira na Capela Mortuária Municipal. O engenheiro é filho do secretário municipal de Ação Social da cidade, Toninho Romano. "Foi uma fatalidade, uma tragédia", afirma Oliveira.

Segundo ele, o sobrinho participava de uma pescaria patrocinada pela empresa em que ele trabalhava. O produtor rural de Sabáudia, Marcos de Aguiar, que residia atualmente em Rolândia, também está desaparecido. "São duas famílias muito conhecidas na cidade", comenta.

PREJUÍZOS

Durante a tempestade foram registradas também quedas de árvores e destelhamento de casas, segundo os bombeiros. O prefeito do município Heitor Miranda disse ao G1 que a Defesa Civil, bombeiros, Marinha, Exército e Assistência Social estão fazendo um levantamento dos danos causados.