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Morales diz estar satisfeito com parcial de eleições

Da Redação ·
 O presidente da Bolívia, Evo Morales, acena para multidão no sul da capital do país, La Paz; governante se disse satisfeito com eleições regionais
fonte: Daniel Caballero/Reuters
O presidente da Bolívia, Evo Morales, acena para multidão no sul da capital do país, La Paz; governante se disse satisfeito com eleições regionais

O presidente da Bolívia, Evo Morales, disse estar muito satisfeito com o resultado obtido por seu partido nas eleições regionais realizadas neste domingo (4).

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De acordo com dados parciais divulgados pela imprensa boliviana, a legenda governista Movimento ao Socialismo (MAS) ficou com o poder de seis dos nove Departamentos (Estados) do país, além de três das dez cidades mais importantes.

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Relembrando o resultado alcançado pelo MAS no pleito de 2005, ocasião em que Morales foi eleito com 53,7% dos votos, o mandatário afirmou que seu partido é o maior da Bolívia porque conseguiu, pela sexta vez, vencer com mais de 50% da preferência do eleitorado.

Em entrevista, Morales comentou:

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"O grande desejo era ganhar mais alguns governos e prefeituras, mas o salto que demos foi importante."

Segundo os jornais bolivianos, o MAS venceu nos Departamentos de La Paz, com Oscar Cocarico (49,8% dos votos), Potosí, com Feliz González (63%), Oruro, com Santos Tito (51,3%), Pando, com Luis Flores (49,7%), Cochabamba, com Edmundo Novillo (61,9%), e de Chuquisaca, com Esteban Urquizo (50,6%).

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Além disso, Morales, citando os resultados parciais, comemorou a vitória do MAS em cerca de cem municípios rurais e em três cidades importantes da Bolívia: Cochabamba (capital do estado homônimo), El Alto e Cobija.

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Neste domingo, 5 milhões de bolivianos foram convocados às urnas para eleger pela primeira vez as autoridades de nove departamentos e 337 municípios, além dos respectivos membros das assembleias legislativas e dos conselhos municipais.

Além de designar as autoridades regionais e definir o novo cenário político do país, a votação também servirá como avaliação do governo de Evo Morales, que, no fim do ano passado, foi reeleito com 64% dos votos.