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Tentativa de invasão a área do leilão do pré-sal deixa 6 feridos

Da Redação ·
21.out.2013 Manifestantes derrubaram as grades de proteção e tentaram invadir a área interditada por causa do leilão do pré-sal, na Barra da Tijuca, no Rio; os militares reagiram com bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha Julio Cesar Guimaraes/UOL
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21.out.2013 Manifestantes derrubaram as grades de proteção e tentaram invadir a área interditada por causa do leilão do pré-sal, na Barra da Tijuca, no Rio; os militares reagiram com bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha Julio Cesar Guimaraes/UOL

Do UOL, no Rio: - Manifestantes derrubaram as grades de proteção e tentaram invadir a área interditada por causa do leilão do pré-sal, na Barra da Tijuca, no Rio. Os militares reagiram com bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha.

A reportagem do UOL contabilizou ao menos seis feridos. Uma pessoa teve o rosto atingido por uma bala de borracha e acabou sendo levada de ambulância. Outras cinco pessoas foram feridas por tiros de borracha: três delas nas pernas e duas nas costas.
 

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Em meio ao tumulto, os manifestantes correram para a areia da praia. Cerca de cinco minutos depois, voltaram para trás das grades de proteção. São cerca de 300 pessoas presentes no local.

Os manifestantes se concentram na esquina da Avenida Lúcio Costa com a rua Coronel Eurico de Souza Gomes Filho, na Barra da Tijuca. Partidos políticos, sindicatos e movimentos sociais levaram bandeiras para o local.

O Exército possui um efetivo de 1.100 homens na operação para evitar que manifestantes atrapalhem o leilão do campo de Libra. Um trecho da praia foi interditado para banhistas, inclusive.

A licitação da área gigante, no pré-sal da Bacia de Santos, oferecerá uma reserva estimada em 8 bilhões a 12 bilhões de barris de óleo recuperável. O campo de Libra é considerado a maior descoberta de petróleo já realizada no Brasil.

As críticas ao leilão são vastas: vão dos petroleiros, em greve nacional desde quinta-feira (17), até ex-executivos da Petrobras. E, seguindo a tendência vista no país desde junho, movimentos sindicais e sociais têm promovido protestos contra o leilão.