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Pulseira do sexo vai para o lixo na 25 de Março, em SP

Da Redação ·
Pulseiras do sexo à venda em barraca na Rua 25 de Março, no centro de São Paulo: uma das únicas a colocar o adereço à disposição
fonte: Roney Domingos/ G1
Pulseiras do sexo à venda em barraca na Rua 25 de Março, no centro de São Paulo: uma das únicas a colocar o adereço à disposição

A venda de pulseiras do sexo praticamente parou na Rua 25 de Março, principal ponto de comércio popular do centro de São Paulo. Moda entre adolescentes, o acessório virou febre de consumo em dezembro de 2009, mas sua comercialização caiu drasticamente. Os ambulantes, que reclamam do prejuízo, consideram que a queda se deve à divulgação de que as pulseiras podem ser utilizadas em uma brincadeira sexual, que atrela cada cor de pulseira arrancada a uma carícia, mesmo entre jovens sem nenhuma intimidade.

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Nas últimas semanas, 'pulseiras do sexo' foram encontradas junto ao corpo de jovens estupradas e mortas em Londrina, no Paraná, e em Manaus, no Amazonas. A Câmara Municipal de São Paulo e a Assembleia Legislativa passaram a discutir a proibição do uso em escolas municipais e estaduais.