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China mobiliza equipes de resgate para socorrer vítimas

Da Redação ·

A China mobiliza equipes de resgate de outras regiões para auxiliar nos trabalhos de resgate após um terremoto de 7,1 graus na escala Richter ter atingido a Província de Qinghai nesta quarta-feira (14) no início da manhã.

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O abalo, que ocorreu às 7h49 (8h49 desta terça-feira em Brasília), provocou ao menos 400 mortes e deixou ao menos 10 mil feridos, de acordo com o jornal China Daily.

Mais de 85% das casas na pequena cidade de Jiegu, a mais próxima do epicentro de acordo com as autoridades chineses, desabaram, informou Zhuohuaxia, funcionário da Prefeitura de Yushu, que fica na Região Autônoma do Tibete.

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As estradas ficaram bloqueadas e ainda os serviços de telecomunicações estavam muito prejudicados nesta região do Himalaia.

Pequim já enviou um reforço de 90 socorristas para ajudar no trabalho de resgate. A Província de Sichuan, fortemente afetada por um terremoto que provocou 87 mil mortos e desaparecidos em 2008, mandou trabalhadores para ajudar nas buscas.



O China Daily relata que ao menos 32 pessoas foram retiradas de escombros de um edifício hoje. Ainda não há um balanço do total de salvamentos. As condições no local não são das mais propícias para os trabalhos de resgate.

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O tempo ruim, somado às avarias no aeroporto local, não irá atrapalhar os salvamentos, de acordo com a Administração de Aviação Civil da China. O órgão pediu que o aeroporto, fechado para uma avaliação de suas condições de segurança, seja reaberto.

Intensidade

O governo e as agências chinesas divulgam que o terremoto foi de 7,1 graus na escala Richter. A informação é diferente da registrada pela Serviço de Geologia dos Estados Unidos, que calculou em 6,9 a força do tremor, na mesma escala.

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A profundidade do abalo foi de 10 km, ainda de acordo com as informações americanas. Os EUA também apontam como grande cidade mais próxima do terremoto a de Qamdo, na Região Autônoma do Tibete. O epicentro estaria a 240 km da localidade.

Até 11h15 (0h15 desta terça-feira em Brasília), quatro réplicas – tremores que sucedem um grande terremoto - de mais de 4,8 graus na escala Richter foram registradas pelo serviço americano.