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Ativista do Femen tira a camiseta e é atropelada na aldeia Maracanã

Da Redação ·





Por Fabio Seixas

RIO DE JANEIRO, RJ, 22 de março (Folhapress) - Uma ativista do grupo Femen, organização feminista criada na Ucrânia conhecida por fazer protestos sem roupa, aderiu hoje ao movimento dos índios contra a desocupação da aldeia Maracanã, área anexa do estádio, no Rio.

Às 11h, a integrante do grupo, que se identificou como Sara, tirou a camiseta e invadiu a avenida Radial Oeste gritando: "Assassinos, assassinos". Ela foi atingida por um carro, mas levantou e continuou protestando até ser detida. O grupo tem participado ativamente de manifestações no Brasil. Em junho do ano passado, elas protestaram na Rio+20. As integrantes do movimento fizeram topless durante uma passeata.

Entre outras causas, protestam contra o turismo sexual impulsionado por eventos esportivos.

"O topless é uma estratégia de marketing e também uma forma de dizer que posso fazer o que quiser com o meu corpo. Por que mostrar o seio é considerado atentado ao pudor?", disse no ano passado um ativista.
 

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