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Investigações no HUE tem sigilo quebrado pela Justiça

Da Redação ·
 Virgínia Soares é a principal acusada pelas mortes de pacientes na UTI
fonte: divulgação
Virgínia Soares é a principal acusada pelas mortes de pacientes na UTI

A investigação que apura as mortes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Universitário Evangélico de Curitiba (HUE), teve o sigilo quebrado através de determinação da Vara de Execuções Penais, na tarde de segunda-feira (25). A medida atende um pedido da própria delegada responsável pelo caso, Paula Brisola, do Núcleo de Repressão aos Crimes contra a Saúde (Nucrisa).

A Polícia Civil informou, porém, que o Nucrisa só irá se manifestar sobre o caso em entrevista coletiva, após todos os familiares de pessoas que passaram pela UTI do hospital e vieram a óbito serem comunicados oficialmente.

Em nota, o Nucrisa, órgão pertencente à corporação, ressaltou que, como a questão investigada "é muito séria, e envolve o bem mais valioso que todo ser humano tem, que é a sua vida, é fundamental o repeito aos familiares". "Por isso, o Núcleo faz questão que eles sejam avisados das investigações pela Polícia Civil e não pela mídia, como mais uma clara manifestação de respeito", diz trecho do documento.

O Nucrisa também informou que a situação em questão é um caso isolado e que tanto a delegacia especializada quanto o Departamento da Polícia Civil continuam nutrindo, "como sempre nutriram, o mais elevado grau de respeito e admiração pela classe médica do Estado do Paraná".

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