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Passageiro de cruzeiro desaparece após cair no mar em Santos

Da Redação ·

Por Martha Alves SÃO PAULO, SP, 10 de fevereiro (Folhapress) - Um passageiro do cruzeiro MSC Fantasia caiu no mar, no porto de Santos (litoral de São Paulo), por volta das 18h30 de ontem. Luciano de Lucca, 30 anos, caiu de uma cabine do 11º andar do navio no mar, pouco antes da embarcação deixar o porto. Segundo informações da Capitania dos Portos de São Paulo, a queda do passageiro foi vista por um tripulante da embarcação. Imediatamente, os tripulantes lançaram uma boia salva-vidas e desceram um bote para tentar fazer o resgate. A Capitania dos Portos e o Corpo de Bombeiros realizaram buscas ao passageiro com duas lanchas e mergulhadores, mas os trabalhos foram encerrados por volta das 23h30 devido a má visibilidade. Segundo os bombeiros, as buscas serão retomadas na manhã de hoje. Após perícias da Polícia Federal e da Capitania dos Portos, a embarcação com mais de 3.000 passageiros foi liberada por volta da 0h20 para seguir viagem. O navio passará por Búzios (RJ), Salvador (BA) e retornará a Ilha Grande (RJ). A Capitania dos Portos informou que será instaurado um Inquérito Sobre Acidentes e Fatos de Navegação para apurar as causas determinantes do acidente e apontar eventuais responsáveis. O prazo de conclusão é de 90 dias. Outro lado A MSC Cruzeiros confirmou, em nota oficial, que um hóspede do navio MSC Fantasia caiu de sua cabine no mar. Segundo a MSC, as autoridades competentes foram acionadas e estão acompanhando a apuração do caso. O navio já foi liberado pelas autoridades e partiu do porto de Santos para seguir o seu roteiro. Outra morte Um homem de 52 anos morreu a bordo do navio MSC Fantasia, em dezembro do ano passado. De acordo com a Capitania dos Portos, o empresário Teobaldo Ferreira da Cruz, 52, caiu do 9º andar para o 7º da embarcação. Ele foi encontrado morto por tripulantes do navio. Cruz trabalhava no ramo atacadista e distribuía mercadorias na cidade de Ilhéus, no sul da Bahia. No momento do acidente, o MSC Fantasia navegava entre Santos, no litoral paulista, e Ilha Grande, no Rio de Janeiro. Depois do acidente, disse a empresa, o navio ficou ancorado, mas foi liberado após perícia de agentes da Capitania dos Portos em Angra dos Reis (RJ) e da Polícia Federal.  

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