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Fantasias de cunho político desaparecem no Galo da Madrugada

Da Redação ·





Por Fábio Guibu

RECIFE, PE, 9 de fevereiro (Folhapress) - Comum nos desfiles anteriores, as fantasias de cunho político ou que satirizavam fatos relevantes do noticiário desapareceram este ano do bloco Galo da Madrugada, no Recife (PE).

Máscaras coloridas e fantasias de salão, como a de palhaço, diabo e colombina, predominaram na festa. As sombrinhas de frevo foram o adereço preferido.

Nos governos do presidente pernambucano Luiz Inácio Lula da Silva, as fantasias de políticos chegaram ao auge no desfile do Galo. Barbudos com faixas no peito eram comuns.

Na era Dilma, as "homenagens" à presidente se restringiram ao primeiro ano de governo, com algumas máscaras e fantasias de mulheres com grandes topetes e vestidos vermelhos.

Hoje, apenas uma fantasia diferente chamou a atenção na concentração do Galo, a de um folião em um caixão com os dizeres: "bebeu, dirigiu, dançou".

A folia, no entanto, foi a mesma. Milhares de pessoas saíram às ruas para festejar o maior bloco carnavalesco do mundo.

O presidente do Galo, Rômulo Meneses, estima que 2,5 milhões de foliões participariam das dez horas de desfile do bloco. A agremiação levou este ano 30 trios elétricos às ruas.
 

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