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Condenado pela morte de Tim Lopes está entre fugitivos de Bangu

Da Redação ·





RIO DE JANEIRO, RJ, 4 de fevereiro (Folhapress) - Entre os 27 presos que continuam foragidos do presídio Vicente Piragibe, no Complexo Penitenciário de Bangu, na zona oeste do Rio, está Claudino dos Santos Coelho, condenado pela participação na morte do jornalista Tim Lopes, em 2002.

A informação foi confirmada hoje pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) do Estado do Rio. Uma lista com o nome dos 31 presos que conseguiram escapar da prisão pela tubulação de esgoto foi divulgada pela pasta.

Coelho, conhecido como Russão, fazia parte da quadrilha de Elias Maluco. Outro que está foragido é o traficante Luís Cláudio Machado, o Marreta, que, segundo a polícia, comanda a venda de drogas no Complexo do Lins e no Morro do Jorge Turco, em Coelho Neto, na zona norte.

Quatro presos já foram recapturados: Antônio Luis de França, Rafael Silva Souza, Reginaldo Fernandes da Silva e Rogério Fernando Cunha de Abreu. Policiais militares fazem operações nas favelas de Vila Kennedy e Metral, também na zona oeste, para tentar encontrar os outros 27 fugitivos.

Uma sindicância interna foi aberta para apurar a fuga dos presos. Ontem, a Corregedoria da Seap começou a ouvir carcereiros e os presos recapturados.

O conjunto de penitenciárias de Bangu, oficialmente chamado de Complexo de Gericinó, reúne 25 unidades prisionais, incluindo aquelas consideradas de segurança máxima (o que não é o caso do Instituto Penal Vicente Piragibe).

Em outubro de 2011, a Defensoria Pública do Rio obteve uma liminar que proibiu Vicente Piragibe de receber novos presos. Na época, o presídio comportava 1.444 detentos, mas uma inspeção da Defensoria identificou 2.268 presos no local, quase o dobro da capacidade máxima.

Bangu

O conjunto de penitenciárias de Bangu, oficialmente chamado de Complexo de Gericinó, reúne 25 unidades prisionais, incluindo aquelas consideradas de segurança máxima (o que não é o caso do Instituto Penal Vicente Piragibe).

Em outubro de 2011, a Defensoria Pública do Rio obteve uma liminar que proibiu Vicente Piragibe de receber novos presos. Na época, o presídio comportava 1.444 detentos, mas uma inspeção da Defensoria identificou 2.268 presos no local, quase o dobro da capacidade máxima.
 

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