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Prisão-SP - (Atualizada)

Da Redação ·

Sobe para 13 o nº de presos em operação em Paraisópolis




SÃO PAULO, SP, 31 de outubro (Folhapress) - Subiu para 13 o número de suspeitos presos a operação que a Polícia Militar faz na favela de Paraisópolis, na zona sul de São Paulo. A ação na comunidade começou na madrugada da última segunda-feira.

Apesar das prisões, a polícia não informou quais crimes teriam sido praticados pelos suspeitos. A operação também já levou a apreensão de 12 armas de fogo, 196 munições, 16 kg cocaína, 130 kg de maconha, além de 50 unidades de drogas sintéticas.

Mais de 500 policiais militares participam da operação. Eles fiscalizam veículos e revistam bolsas e mochilas nas estradas da favela. De acordo com a PM, a ação visa combater roubos, furtos e o tráfico de drogas na região, e não tem data para terminar.

Segundo o secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, a ordem que resultou na morte de seis policiais militares em São Paulo foi dada por Francisco Antonio Cesário da Silva, 32, o "Piauí", que chefia a facção criminosa PCC e é da favela de Paraisópolis. Ele foi preso em Santa Catarina em agosto.

Ao todo, 86 PMs foram mortos no Estado de São Paulo desde o início do ano, mas o governo não admite ligação entre esses crimes. O comandante da Polícia Militar de São Paulo, Roberval França, disse ontem que 37 desses casos tinham característica de crime encomendado.

São Remo

Policiais da Rota (tropa de elite da PM) e do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) desencadearam na manhã desta quarta-feira uma operação na favela São Remo, próxima à Cidade Universitária, na região do Butantã, na zona oeste de São Paulo.

O objetivo da operação é cumprir mandados de prisão contra suspeitos de envolvimento na morte de um policial da Rota em setembro. O total de suspeitos procurados não foi informado. Até o início da tarde, porém, duas pessoas tinham sido presas e uma refinaria de drogas encontrada.
 

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