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Polícia prende mais um suspeito de estuprar e matar criança

Da Redação ·
Mais um suspeito de violentar e matar a estudante Beatriz Silva Pacheco Gonçalves, 10 anos, acabou preso ontem (26) na região norte de Maringá
fonte: Arquivo de família
Mais um suspeito de violentar e matar a estudante Beatriz Silva Pacheco Gonçalves, 10 anos, acabou preso ontem (26) na região norte de Maringá

Mais um suspeito de violentar e matar a estudante Beatriz Silva Pacheco Gonçalves, 10 anos, acabou preso ontem (26) na região norte de Maringá. Ela foi encontrada morta na manhã da segunda-feira (18), na zona rural de Sarandi, na região metropolitana de Maringá. A menina foi estuprada e esganada. Segundo o primo da vítima, o possível criminoso seria um homem que a atraiu para um lugar ermo com a promessa de pagar-lhe R$ 10 para que cuidasse por alguns instantes de um cavalo.Um retratro falado foi divulgado e espalhou-se rapidamente pelas redes sociais.

O suspeito detido tem 52 anos e possui semelhança com a descrição feita pelo primo de Beatriz, que presenciou o rapto. O homem, que reside em uma chácara em Maringá, esteve em Sarandi no dia do crime e teria dormido em um terreno próximo ao local em que ela foi encontrada.U

Uma tia do suspeito contou à polícia que estranhou o fato de ele ter lavado a roupa que usou no final de semana - uma camisa semelhante à descrita pelo garoto. Também ouvida pela polícia, a ex-mulher do suspeito confirmou que ele já teria tentado estuprar uma enteada, na época com 14 anos.

Apesar de negar qualquer envolvimento com o crime, ele foi levado ao Hospital Universitário (HU) de Maringá para coleta de sangue, que será encaminhado a Curitiba para confronto com o material colhido no corpo de Beatriz.O

ntem à noite, as polícias Civil e Militar foram acionadas para conter populares que ameaçavam depredar a casa de um morador do Jardim Floresta, bairro onde Beatriz foi raptada e morta. O movimento teve início depois de alguém espalhar que teria visto uma bicicleta idêntica à de Beatriz no quintal da casa do morador.
 
Mais de 30 pessoas se aglomeraram em frente à residência em busca da suposta bicicleta, que não foi encontrada. Com a chegada da polícia, o grupo se dispersou. O dono do imóvel foi levado à delegacia e liberado após prestar depoimento.
 

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