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Hoje é o dia Internacional da Liberdade de Imprensa

Da Redação ·
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Hoje é o dia Internacional da Liberdade de Imprensa
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Hoje, dia três de maio, comemora-se o Dia Internacional da Liberdade de Imprensa. Data escolhida e aprovada pela Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). O dia foi escolhido por ser a data do aniversário da Declaração de Windhoek, aprovada durante um seminário organizado pela UNESCO sobre a "Promoção da Independência e do Pluralismo da Imprensa Africana", que se realizou em Windhoek capital da Namíbia. O seminário considerava a liberdade, a independência e o pluralismo dos media como princípios essenciais para a democracia e os direitos humanos.  O tema  este ano é "Novas vozes: a liberdade da media ajudando a transformar sociedades".   Em comemoração à data, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e a diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova, enviaram um comunicado, dizendo que a liberdade de expressão é um dos direitos mais preciosos, pois sustentam toda a liberdade aos outros e fornece uma base para a dignidade humana. A Imprensa livre, pluralista e independente é essencial para o seu exercício.  "A liberdade de imprensa implica na liberdade de ter opiniões e de procurar receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras, como previsto no artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Essa liberdade é essencial para as sociedades saudáveis e dinâmicas. A liberdade de imprensa também enfrenta pressões severas em todo o mundo. No ano passado, a UNESCO condenou o assassinato de 62 jornalistas que morreram no exercício da sua função. Esses jornalistas, indica o documento publicado no dia 27 de Abril de 2012 "não devem ser esquecidos e os crimes não devem permanecer impunes. Como a media se move virtualmente, outros jornalistas on-line, incluindo bloqueios, estão a ser perseguidos, atacados e mortos pelo seu trabalho. Eles devem receber a mesma protecção que os trabalhadores tradicionais da media".  Ban Ki-moon e Irina Bokova finalizam a mensagem apelando aos Estados e aos meios profissionais e organizações não governamentais em todos os lugares para unir forças com as Nações Unidas para promover a liberdade em todos os meios de comunicação.
 
"Este é um dos pilares dos direitos individuais, uma base para sociedades saudáveis e uma força de transformação social", concluiram.