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Casa do trio que vendia carne humana vira atração de curiosos

Da Redação ·
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fonte: TV Record
Casa do trio que vendia carne humana vira atração de curiosos

A casa onde vivia o trio suspeito de canibalismo, preso na semana passada em Garanhuns (PE), está atraindo turistas. Moradores do bairro tiveram a rotina pacata alterada desde que o imóvel, queimado pela população revoltada, passou a ser visitado por curiosos.

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A informação de que os suspeitos vendiam empadas e coxinhas feitas com carne humana provocou pânico na população. Os salgados eram vendidos em lugares movimentados, como rodoviária, hospitais e no centro comercial. A vigilância sanitária afirma que não há motivos para preocupação e que só devem procurar o hospital aqueles que apresentarem sintomas, como vômitos e dores abdominais.

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No último fim de semana, os corpos de Gisele da Silva, 31 anos, e de Alexandra da Silva Falcão, 20, duas das vítimas do trio, foram sepultados em Garanhuns e em Palmerinda, respectivamente. Ambas foram esquartejadas e enterradas no quintal da casa dos suspeitos.

"Pessoas más"

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O trio, preso em Garanhuns (PE) no início da semana, teria afirmado em depoimento à polícia que usava parte da carne das nádegas e das coxas das vítimas no recheio de salgados. A informação foi confirmada pelo delegado responsável pelas investigações, Weslei Fernandes.

Conforme Fernandes, os envolvidos teriam matado e comido pelo menos oito mulheres. O delegado afirma que os assassinatos faziam parte de rituais.

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As investigações revelaram ainda que as vítimas eram atraídas pelos suspeitos com ofertas de emprego. Os criminosos escolhiam as mulheres que acreditavam ser "pessoas más".