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Cliente morre em briga com segurança de banco em SP

Da Redação ·
Cliente morre em briga com segurança de banco em SP, diz PM
fonte: Juliana Cardilli/G1
Cliente morre em briga com segurança de banco em SP, diz PM

Um homem morreu durante uma briga com um segurança em uma agência do Bradesco em São Bernardo do Campo, no ABC, na manhã desta segunda-feira (3). De acordo com a Polícia Militar, os dois homens já tinham se desentendido anteriormente.

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Ainda segundo a PM, nesta segunda, Sandro Antônio Cordol, de 33 anos, discutiu novamente com o segurança da agência, que fica na Rua Marechal Deodoro, no Centro. Segundo as primeiras informações, os dois brigaram e o segurança reagiu, atirando. O Corpo de Bombeiros foi acionado para socorrer Cordol, mas ele não resistiu e morreu ainda no local do incidente.

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Em nota, o banco lamentou o ocorrido e informou que o segurança era de uma empresa terceirizada. “O Bradesco lamenta profundamente a perda e presta total solidariedade aos familiares”, diz o texto.

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Segundo o setor de comunicação da Polícia Militar em São Bernardo do Campo, os dois homens já haviam se desentendido na sexta-feira (3). Nesta segunda, Cordol voltou à agência para falar com o vigia. O segurança disse aos policiais que eles discutiram e que Cordol simulou estar armado. O segurança, então, reagiu atirando cinco vezes.

Investigações


O delegado Vitor Vasconcelos Lutti, titular do 1º Distrito Policial de São Bernardo do Campo, onde o caso foi registrado, confirmou a versão dada pela PM de que a desavença entre a vítima e o vigia teria começado há alguns dias, também dentro do banco. Segundo as informações iniciais, a vítima voltou à agência acompanhada de outras duas pessoas, e teria procurado o vigilante no local onde ele trabalhava. “Houve algo entre eles que acabou produzindo esses disparos. Só o vigia atirou, só ele estava armado”, afirmou.

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De acordo com Lutti, foram disparados ao menos cinco tiros. Ele aguardava no início desta tarde a chegara à delegacia das imagens gravadas pelo circuito de segurança do banco. “Há uma câmera que aborda todo o palco ocorrido. É exatamente dessa câmera que eu quero a filmagem, para observar atentamente e poder trazer algo de concreto.”


Ainda nesta segunda, a polícia quer ouvir o depoimento do vigilante e seis a sete pessoas que foram identificadas como testemunhas do crime – entre clientes e funcionários do banco. A partir dos depoimentos, o delegado pretende confirmar uma versão dada por quem estava no banco – de que a vítima teria feito agarrado uma pessoa, utilizando-a como escudo, durante a discussão.