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Dilma diz que força do Brasil é cada vez mais respeitada

Da Redação ·
Dilma diz que força do Brasil é cada vez mais respeitada
fonte: Arquivo
Dilma diz que força do Brasil é cada vez mais respeitada

Em seu programa de rádio semana, Café com a Presidenta, Dilma Rousseff disse que “foi uma honra abrir a Assembleia Geral da ONU [Organização das Nações Unidas]”.

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- Além de ser a primeira mulher a discursar na abertura, eu estava representando ali o Brasil, um país que vem tendo cada vez mais destaque no cenário internacional. A força do nosso país e as opiniões do nosso povo estão sendo cada vez mais respeitadas lá fora.
A presidente reforçou, nesta segunda-feira (26), ideias defendidas durante a viagem aos Estados Unidos, onde foram feitas as reuniões da ONU. Ela voltou a dizer que a saída para a crise econômica mundial deve ser discutida por todos os países.

- É claro que os países desenvolvidos têm uma responsabilidade muito maior, porque lá que a crise começou. Mas todos os outros países sofrem as consequências de alguma forma, ainda que indireta.

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Segundo ela, o Brasil está preparado para a instabilidade dos mercados, porque há reservas internacionais em dólar, o mercado interno está sendo fortalecido e as taxas de emprego têm se mantido.

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- Vamos assegurar o crescimento da economia, vamos continuar com nossa política de distribuição de renda e vamos dar mais oportunidades para todos melhorarem de vida.

Questões sociais

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Dilma comentou ainda as posições, também defendidas na ONU, sobre acesso a medicamentos, além de políticas para mulheres e para redução da miséria.

- O Brasil está mostrando ao mundo que é possível fazer a economia crescer e, ao mesmo tempo, fazer com que as pessoas melhorem de vida. [...] Levamos para o mundo as nossas experiências, as nossas ideias e nossa forma de encontrar soluções para os problemas.

A presidente comentou que já foram distribuídos gratuitamente 5,4 milhões de medicamentos, em 20 mil farmácias. Os remédios são destinados a pessoas com hipertensão e diabetes.

- É necessário que se abra a exclusividade dos laboratórios sobre remédios que fazem diferença e asseguram a vida de milhões e milhões de pessoas no mundo inteiro. A partir do momento em que outras indústrias são autorizadas a produzirem determinado remédio, o preço cai e ele fica mais acessível.