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Tsitsipas anuncia fim da parceria com o pai como treinador: 'Meu comportamento foi inaceitável'

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Eliminado na segunda rodada do Masters 1000 do Canadá, disputado em Montreal, o grego Stefanos Tsitsipas resolveu colocar fim à parceria com seu treinador, Apostolos Tsitsipas, que é seu pai, por causa do nervosismo na quadra que vinha resultando com falta de respeito ao progenitor. Chegou a criticá-lo após a eliminação.

Realizando uma temporada ruim, com somente o título do Torneio de Monte Carlo conquistado em 13 competições jogadas, e queda no ranking da ATP do quarto lugar para o 11º posto, o grego admitiu que não vinha se comportando bem com as cobranças do treinador e optou pelo fim da parceria de longa data nas quadras - já havia rompido em curto período em 2023.

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"É com o coração pesado que informo que minha colaboração com meu pai como treinador chegou ao fim. Prefiro mantê-lo em seu papel de pai, e apenas como pai. A filosofia nos ensina que a sabedoria vem através da compreensão dos nossos limites e do reconhecimento dos nossos erros", anunciou Stéfanos.

As críticas que fez ao pai após receber duras cobranças decretaram o ponto final na parceria. Tsitsipas admitiu que exagerou ao "explodir". Apostolos, contudo, continuará acompanhando o filho no circuito mundial, mas apenas como torcedores e incentivador.

"No meu caso, percebi que estava errado em falar com meu pai da maneira que fiz. Tênis não é apenas uma partida, um golpe ou uma performance de alguns segundos. É uma longa jornada cheia de emoções, pressão e expectativas", avaliou. "Naquele momento de frustração, houve muitos erros e enganos por parte do meu treinador e pai. Como introvertido, tendo a segurar minhas emoções e construí-las até chegar a um ponto de explosão. Eu me considero paciente, então o fato de eu ter reagido dessa forma me deixou chocado", seguiu, admitindo seu erro.

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"Meu comportamento em quadra foi inaceitável, e me sinto decepcionado por ter chegado a um ponto em que mostrei um lado obscuro de mim mesmo. Quando me sinto desrespeitado, julgado ou atacado emocionalmente, tendo a perder o controle do que sai da minha boca, o que vai contra meus valores como ser humano", explicou. "Perdi o controle e não o conseguia enxergar claramente na minha frente."

E fez um agradecimento por tudo que vinha recebendo de Apostolos. "Meu pai vem tentando nos últimos anos me treinar, me criar da maneira certa e me dar conhecimento e sabedoria, tanto dentro quanto fora do campo. Agradeço a ele por isso. Agradeço a ele pelos sacrifícios, dor e sofrimento que ele suportou para fazer deste esforço um sucesso", frisou. "De agora em diante, seu papel permanecerá dentro dos limites do papel de pai, e somente isso. Meu pai continuará viajando comigo e estará lá para me apoiar e fornecer assistência fora do campo, como sempre quis."

Nada de anunciar quem será seu novo comandante. Stefanos admite que precisa de tempo para assimilar a separação antes de buscar um técnico. "Confiei a meu pai a função de treinador por tantos anos, e considero nossa parceria bem-sucedida. Não tenho certeza de quem assumirá o lugar dele, e ainda não estou em posição de decidir", disse. "O que eu sei é que é hora de deixar esse capítulo e essa fase terminarem e tentar escrever um novo. Nós dois concordamos com isso e esperamos focar primeiro no nosso lado humano e depois no resto."

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