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Presidente da Concacaf rejeita ideia do chefe da Conmebol de fazer Copa de 2030 com 64 seleções

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A ideia do presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, de ampliar a futura Copa do Mundo de 2030 vem enfrentando resistência por parte de alguns dos principais líderes do futebol pelo planeta. Nesta terça-feira, foi a vez de Victor Montagliani, presidente da Confederação das Associações de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf), de rejeitar a proposta.

Na semana passada, Domínguez havia sugerido um Mundial ainda mais amplo do que o de 2026, que já terá 48 seleções. Ele queria 64 seleções em 2030, edição que vai comemorar o centenário da Copa, com jogos em seis países e em três continentes.

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"Não acredito que expandir a Copa do Mundo masculina para 64 equipes seja o movimento correto para o torneio em si e para o ecossistema mais amplo do futebol, desde as seleções até as competições de clubes, ligas e jogadores", disse Montagliani ao canal ESPN. "Ainda nem demos início à nova Copa do Mundo de 48 equipes, portanto, pessoalmente, não acho que a expansão para 64 equipes deva sequer ser cogitada."

Antes do chefe da Concacaf, o presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, se colocou contra a ideia, assim como o principal dirigente da confederação asiática, o xeque Sheikh Salman bin Ibrahim Al Khalifa.

A Copa do Mundo vinha contando com a participação de 32 times desde a edição de 1998 - em 1994, eram apenas 24 seleções. Mas o próximo Mundial, em 2026, vai marcar uma ampliação no número de equipes, com 48. O evento será disputado em três países: Estados Unidos, México e Canadá.

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A ideia de Domínguez precisaria ser aprovada pela Fifa e seus órgãos internos para ser colocada em prática. Independente disso, a edição 2030 da Copa já será disputada de forma excepcional por ser sediada em seis países diferentes.

Os três primeiros jogos serão disputados na Argentina, Paraguai e Uruguai, em referência ao centenário do torneio, inaugurado em 1930, em solo uruguaio. Da América do Sul, a Copa vai rumar para Espanha, Portugal e Marrocos, sedes das demais partidas do Mundial.

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