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Martinelli marca nos acréscimos, Arsenal volta a bater o Real Madrid e avança às semifinais

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O Arsenal conseguiu segurar o ímpeto ofensivo do Real Madrid e ainda arrancou uma vitória empate por 2 a 1, nesta quarta-feira, no estádio Santiago Bernabéu, em Madri, resultado que o alçou às semifinais da Liga dos Campeões pela terceira vez em 23 participações na competição. Agora, a equipe do técnico Mikel Arteta enfrentará o Paris Saint-Germain em busca da vaga na decisão, etapa só alcançada em 2005/06, quando perdeu a taça para o Barcelona.

O "milagre" tão esperado pelo time da casa foi frustrado por um Arsenal aplicado taticamente e frio diante da pressão do Santiago Bernabéu, defendendo a vantagem de 3 a 0 construída na partida de ida das quartas de final da competição continental. Impecável na defesa, o conjunto inglês não deixou o time branco se aproximar de sua meta e ainda ampliou a vantagem com Saka. Vinicius Júnior igualou na sequência, mas outro brasileiro, Gabriel Martinelli, assegurou o triunfo dos visitantes - 5 a 1 no placar agregado.

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Com a necessidade de reverter - ou pelo menos igualar - a desvantagem da partida de Londres, o Real Madrid foi para cima do Arsenal e pressionou desde o primeiro minuto. Acuados, os visitantes se defendiam com oito jogadores no campo de defesa e tentava combater, em contra-ataques, apenas com Odegaard e Saka.

Em ritmo intenso, o time comandado por Carlo Ancelotti cercou a área visitante, mas não exigia muito do goleiro David Raya, já que não conseguia penetrar na área. Nas duas principais oportunidades dos anfitriões do primeiro tempo, o VAR estragou a festa dos torcedores espanhóis ao anular um gol de Mbappé, logo no início, e cancelar um pênalti anteriormente assinalado de Rice sobre o atacante francês.

Mais do que evitar a reação merengue, o assistente de vídeo praticamente calou o Santiago Bernabéu ao flagrar uma falta de Asensio sobre Merino na área, aos 10 minutos. O alívio dos torcedores locais veio com a displicência de Saka na cobrança do pênalti, uma cavadinha fraca que facilitou a defesa de Courtois. Retraído no campo de defesa, o Arsenal só voltou a assustar o goleiro belga nos acréscimos, em finalização do brasileiro Gabriel Martinelli.

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Na volta do intervalo, a dinâmica pouco mudou. Enquanto os atletas da equipe inglesa seguiam à risca as instruções do técnico Mikel Arteta, mantendo a defesa organizada e força mental para superar a pressão adversária e o nervosismo, o Real Madrid avançou ainda mais as linhas, cedendo espaços, e atacava com pressa e de forma desordenada.

Apesar de ter criado a melhor oportunidade do time da casa na etapa final, obrigando Raya a evitar um gol olímpico, Rodrygo foi sacado aos 25 minutos, assim como Alaba e Lucas Vázquez. Em tentativa ousada de aumentar o poder de fogo de sua equipe, Ancelotti acionou Endrick, Ceballos e Fran García, mas o plano logo naufragou com a lesão - e consequente substituição - de Mbappé.

Foi o Arsenal, porém, que inaugurou o placar em Madri. Aos 19 minutos, o conjunto inglês fez o que o time da casa não conseguiu e tocou a bola com tranquilidade em frente à área até Merino enfiar para Saka, livre na área, tocar por cima de Courtois com outra cavadinha. A resposta merengue foi imediata e, aos 21, Vinicius Júnior aproveitou bobeada de Saliba, roubou-lhe a bola e chutou para a meta escancarada: 1 a 1.

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Com a aproximação do fim da partida e uma desvantagem de 4 a 1 no placar agregado, o Real Madrid sentia o desgaste e apostava nas jogadas individuais de Vinicius Júnior. Seguro, o Arsenal afastava todas as bolas que se aproximavam de sua área. Nos acréscimos, Martinelli puxou o contragolpe, ganhou de Fran García e tocou na saída de Courtois para sacramentar a vitória dos visitantes e garantir os londrinos entre os quatro melhores da Europa.

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