Efeito Copa: eliminações e crises derrubam oito treinadores no Mundial
Lista inclui de pedidos de demissão por crises internas a dispensas imediatas após goleadas na primeira fase

A reta final da segunda fase da Copa do Mundo já provocou uma intensa dança das cadeiras no comando técnico das seleções, acumulando a saída de oito treinadores até o momento. Entre demissões, fins de contrato e pedidos de desligamento, nomes de peso do futebol internacional deixaram seus cargos após eliminações precoces ou crises internas durante o Mundial.
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As baixas mais recentes aconteceram logo após os confrontos eliminatórios da segunda fase.

O alemão Julian Nagelsmann encerrou um ciclo de quase três anos à frente da Alemanha após a queda nos pênaltis diante do Paraguai.

Cenário semelhante viveu Ronald Koeman, que comandava a Holanda desde janeiro de 2023 e pediu demissão depois que os holandeses foram superados por Marrocos, também nas penalidades.

Já o argentino Sebastián Beccacece encerrou seu vínculo com o Equador após a derrota por 2 a 0 contra o México; ele estava no cargo desde agosto de 2024 e havia classificado os equatorianos em segundo lugar nas Eliminatórias.

A fase de grupos também foi implacável e derrubou outros cinco profissionais, a começar por Marcelo Bielsa, que pediu demissão do Uruguai em meio a fortes polêmicas sobre a gestão do elenco.

Na Europa, Miroslav Koubek deixou a Tchéquia apenas seis meses após assumir e garantir a vaga na repescagem, enquanto Steve Clarke encerrou uma trajetória de 80 jogos e sete anos no comando da Escócia.

Na Ásia, Hong Myung-Bo entregou o cargo na Coreia do Sul após o desempenho ruim render críticas severas e ameaças de morte ao profissional.
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Por fim, a única demissão sumária partiu da Tunísia: o francês Sabri Lamouchi, contratado no início do ano, foi dispensado logo na estreia do Mundial, após sofrer uma goleada por 5 a 1 contra a Suécia.
