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Desfalques pesam e Bayern perde em casa da Inter de Milão nas quartas da Liga dos Campeões

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O discurso de que Musiala não é insubstituível mostrou-se irreal nesta terça-feira. Apesar de Vincent Kompany minimizar a ausência de seu atacante de beira de campo, o Bayern de Munique sentiu muito sua falta na derrota diante da Inter de Milão, por 2 a 1, em plena Allianz Arena, na Alemanha, pela ida das quartas de final da Liga dos Campeões. O clube bávaro também careceu de outros titulares, ausentes por lesão.

A inoperância ofensiva do Bayern sem Musiala e com um volante a mais ao invés de Gnabry ou Thomas Müller causou irritação na torcida, que reprovou a apresentação com muitas reclamações na falta de conclusão dos lances. Depois de apoio no início, os minutos finais vieram com lamentações e nem mesmo o gol de empate, de Müller, minimizou as cobranças. Empatar em casa já era ruim, e Frattesi deixou as coisas ainda piores ao recolocar os visitantes em vantagem, definindo o triunfo de 2 a 1 aos 43 minutos após cruzamento de Carlos Augusto.

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Ao apito final, os italianos comemoraram bastante. Foi somente a segunda derrota do Bayern em seus domínios na temporada. Daqui uma semana, o clube alemão terá de ganhar em Milão para tentar vaga na semifinal - vantagem mínima leva a decisão à prorrogação.

Cheio de desfalques - Neuer, Alfonso Davies, Upamecano, Coman, Buchmann, Ito e Pavlovic ficaram mais um jogo fora - e com a pesada ausência do habilidoso ponta Musiala, seu novo problema por lesão, Vincent Kompany surpreendeu ao não escolher um novo atacante para a vaga. Gnabry e Thomas Müller eram as escalações prováveis, mas o treinador optou pela cautela, lançando o português Raphael Guerreiro desde o início.

Mesmo falando em ofensividade e coragem, o técnico bávaro mostrou que também devia dar atenção à perigosa equipe da Internazionale, dona de contragolpe mortal e de peças ofensivas perigosas. Guerreiro, o volante escolhido por Kompany, tinha dupla missão: encostar em Sané, Olise e Kane no ataque e reforçar a marcação quando o Bayern não tivesse a bola.

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Em lance que passou pelos pés do português, Olise bateu rasteiro e só não abriu o marcador por leve desvio de Lautaro Martínez. A bola triscou na trave e saiu. O Bayern iniciou a partida investindo em trocas de passes rápidos para envolver a forte marcação e logo assustou de novo, com Kane cabeceando nas mãos de Sommer.

Confiante em sua força caseira - a decisão do dia 16 será no Giuseppe Meazza, em Milão -, a Inter pouco se atrevia em Munique. Mas as saídas ao ataque eram sempre com espaços e pela esquerda. Çalhanoglu viu suas duas finalizações pararem na defesa. Reclamou de pênalti por mão em uma delas.

Com o passar do tempo, Sommer foi se transformando o destaque da partida, enfileirando defesas. Parou Guerreiro e depois Olise, por duas vezes, uma delas saltando nos pés do atacante. A marcação alta do Bayern obrigava os italianos a rifarem a bola e, por consequência, passarem aperto.

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Em jogada incrível com bola mandada para traz equivocadamente por Bastoni, Olise driblou dois defensores e tocou para Kane, livre. O artilheiro ajeitou o corpo e bateu colocado, parando na trave. Lamentou a falha na grande oportunidade da primeira etapa até então.

O castigo veio em lindo lance dos italianos antes do intervalo. No contragolpe que começou com lançamento de Sommer e teve muitas trocas de passes, a bola chegou em Carlos Augusto na esquerda. O lateral brasileiro cruzou, Thuram fez o pivô, ajeitando para trás, e Lautaro Martínez mandou de lado de pé, sem chances para o goleiro Urbig. Sétimo gol do astro argentino da Inter na Liga dos Campeões.

Kompany manteve a escalação inicial, mas cobrou mais perfeição a seus atacantes. Apesar de ser melhor na primeira etapa, o Bayern pecou bastante nas finalizações quando tinha a partida sob controle. O time voltou um tanto afoito e cometendo faltas bobas, porém, ajudando a Inter a "matar" tempo.

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Bem postada em campo diante de um oponente desesperado e sem criatividade, a Internazionale foi quem chegou primeiro na etapa final. Lautaro Martínez recebeu de Thuram e soltou a bomba. Urbig defendeu meio que no susto - virava o corpo para a bola, que explodiu em seu braço, evitando uma desvantagem maior.

O Bayern demorou 19 minutos para criar uma chance clara que mexesse com seu torcedor. Guerreiro bateu de primeira, raspando o travessão. Era muito toque de lado e pouco objetividade dos mandantes, enroscados na postura defensiva precisa italiana.

Com a inoperância ofensiva de sua equipe, Kompany se rendeu a Gnabry e Thomas Müller, então opções para começar a partida, de uma única vez. O apagado Sané e a aposta Guerreiro deixaram o gramado. O treinador ainda sacou um zagueiro para colocar Boey, um lateral agressivo.

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Com tantas peças no ataque, coube ao veterano Müller, nome clamado pela torcida a todo momento, deixar tudo igual aos 40 minutos, aparecendo sozinho na pequena área. A torcida, um pouco mais aliviada, ainda comemorava quando os italianos encaixaram novo contragolpe e definiram a vitória. Carlos Augusto apareceu livre pela esquerda e cruzou para Frattesi mandar às redes e confirmar a festa da Internazionale.

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