Esportes

Caio Souza se destaca e disputará duas finais no Mundial de ginástica artística

Da Redação ·

A ginástica artística do Brasil terá mais um representante em finais no Mundial que está acontecendo na cidade de Kitakyushu, no Japão. Um dia depois de Rebeca Andrade se garantir em três disputas por medalhas, nesta quarta-feira foi a vez de Caio Souza, com o encerramento das classificatórias, se classificar para as decisões no individual geral e na barra fixa.

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A primeira final será a do individual geral, nesta sexta-feira, a partir das 6 horas (de Brasília). No domingo, Caio Souza voltará para buscar um pódio na barra fixa. "Foi uma competição bem diferente do que a gente está acostumado. Não sei bem como foi o andamento, mas no papel estava que iria durar 1h40, isso para a gente é muito rápido. Geralmente demora entre 2h e 2h30. Foi um ritmo muito rápido", disse o brasileiro ao final de sua série.

Mesmo disputando a primeira das quatro subdivisões das classificatórias, Caio Souza havia deixado encaminhada a sua classificação às finais. No individual geral, o brasileiro terminou em 16.° lugar, com 80,598 pontos no somatório - os 24 primeiros avançaram.

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Caio Souza terminou em nono na barra fixa com 14,800 pontos - nas finais por aparelhos, apenas os oito primeiros se classificam, mas há um limite de dois atletas por país. Como três ginastas chineses fecharam na faixa de classificação, o brasileiro conseguiu a vaga. O japonês Daiki Hashimoto, campeão olímpico, liderou a disputa.

O ginasta brasileiro ainda tinha chances de classificação em outras duas finais. No salto, porém, terminou em 19.° lugar com 14,083 pontos. Nas argolas, fechou em 13.°, com 14,033) e também não avançou.

Além de Caio Souza, o Brasil estará em outras três finais com Rebeca Andrade. Neste sábado, às 4 horas (de Brasília), a campeã olímpica tenta medalhas no salto e nas barras assimétricas. No domingo, às 5 horas, compete na trave. Nesta quarta-feira, Arthur Nory não conseguiu se classificar para a decisão da barra fixa e se despediu do Mundial sem defender seu título conquistado em 2019.