Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Esportes

publicidade
ESPORTES

Ancelotti vê equilíbrio entre clubes brasileiros e europeus e elogia Estêvão e João Pedro

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Presente no MetLife Stadium para a final do Mundial de Clubes, Carlo Ancelotti evitou discursos protocolares e foi direto em sua avaliação do desempenho dos clubes brasileiros no torneio. Em entrevista após o título do Chelsea sobre o Paris Saint-Germain, o técnico da seleção brasileira ressaltou que Botafogo, Flamengo, Fluminense e Palmeiras demonstraram estar em condição de competir em pé de igualdade com os principais times da Europa.

"Fluminense e Botafogo fizeram campanhas importantes. Palmeiras e Flamengo também mostraram que podem jogar em alto nível contra adversários europeus", afirmou o treinador, em uma leitura que reforça o entendimento da CBF sobre o crescimento da competitividade entre os clubes brasileiros e os gigantes do Velho Continente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O italiano também destacou o desempenho individual de alguns nomes que vêm sendo monitorados de perto pela comissão técnica da seleção. O atacante Estevão, que se despediu do Palmeiras, foi citado como um dos destaques técnicos do torneio. João Pedro, autor de gols importantes na semifinal e na decisão pelo Chelsea, e Andrey Santos, que voltou a ter sequência no time inglês, também foram elogiados. Ancelotti ainda mencionou a reestreia de Éder Militão, que retornou de lesão e deve ser reincorporado ao ciclo da seleção.

"Os jogadores brasileiros jogaram muito bem. Acho que, individualmente, o Estevão jogou muito bem, o João Pedro foi importante na semifinal e na final, o Andrey Santos foi importante para o Chelsea... E o Militão voltou e será importante para a Seleção no ano que vem", falou.

Mais do que os placares, chamou atenção o tom analítico da fala do treinador sobre o contexto físico e tático da competição. Para Ancelotti, as altas temperaturas em solo norte-americano impactaram diretamente no rendimento das equipes. "Não houve intensidade física elevada, e isso influenciou o ritmo geral dos jogos. O calor fez diferença", avaliou. O técnico italiano também observou que, do ponto de vista tático, não houve inovações marcantes nesta edição, e que a organização defensiva prevaleceu sobre os destaques individuais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A vitória do Chelsea, segundo Ancelotti, foi consequência de um modelo de jogo coeso e do bom desempenho de jovens como Cole Palmer e o próprio João Pedro. Sem apontar favoritismos prévios ou adotar qualquer tom condescendente com os brasileiros, o comandante reforçou que o Mundial serviu como termômetro real para medir o estágio de evolução de jogadores e clubes que poderão, direta ou indiretamente, influenciar o trabalho na seleção.

Dentre os brasileiros, o Fluminense foi quem chegou mais longe. O time de Renato Gaúcho foi eliminado na semifinal frente ao Chelsea, o mesmo que eliminou o Palmeiras nas quartas. O Botafogo caiu nas oitavas para o próprio clube paulista, enquanto o Flamengo caiu na mesma fase ao perder para o Bayern de Munique.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Esportes

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline