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Sem ver estreia, Romário crê em evolução da seleção na Copa América

Da Redação ·
Romário disse que não ficava nervoso em estreias, mas que a maioria dos atletas fica
fonte: André Dusek/ AE
Romário disse que não ficava nervoso em estreias, mas que a maioria dos atletas fica

Um dos maiores jogadores da história do futebol brasileiro, Romário já revelou em diversas oportunidades que não costuma assistir a jogos pela televisão. Desta forma, pouco acompanhou a estreia brasileira na Copa América, mas não se desesperou com o empate sem gols diante da Venezuela. 

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Campeão do torneio em 1989 e 1997, o agora deputado federal pelo PSB-RJ deu um voto de confiança para a equipe dirigida por Mano Menezes. Foi o primeiro jogo oficial do time sob o comando do treinador. 

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- Não assisti à boa parte do jogo, mas sei que o Brasil não jogou o que pode. Temos mania de querer ganhar tudo, mas o primeiro jogo é sempre muito complicado, em qualquer competição. Ainda vamos melhorar. 

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Romário citou o empate por 1 a 1 da Argentina com a Bolívia para reforçar a velha teoria de que “toda estréia é complicada”. Apesar dos tropeços de ambos, o Baixinho apostou em uma final entre as duas maiores forças do futebol sul-americano. 

- A partida da Argentina foi diferente, mas teve algo semelhante, o nervosismo. Eu não ficava, mas alguns jogadores ficam nervosos em determinados jogos. Mas, mesmo assim, são as duas melhores seleções, as mais fortes, e devem fazer a final. 

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Para provar que Romário tem razão, o Brasil precisará vencer o Paraguai na próxima rodada. O duelo será neste sábado (9), às 16h, em Córdoba. As quatro seleções do Grupo B estão empatadas com um ponto e saldo zero, já que paraguaios e equatorianos também ficaram no 0 a 0.