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Jadson, Galiotte e Bragantino apimentam duelo do Corinthians no Pacaembu

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DASSLER MARQUES

SÃO PAULI, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Com grande parte do Pacaembu tomado por corintianos, o Bragantino recebe o adversário, neste domingo, pelas quartas de final do Campeonato Paulista, às 16h. É o jogo de ida, mas a torcida de Bragança foi preterida pela prioridade à renda que o Corinthians, com seus torcedores, deverá proporcionar. A polêmica que se repete quase todos os anos em São Paulo, então, está de novo presente.

A particularidade da vez, porém, é que existe uma relação histórica de proximidade entre as diretorias de Bragantino e Corinthians. Os corintianos Rodriguinho, Pedro Henrique e Osmar Loss, auxiliar técnico, já passaram pelo clube do interior. Dono de uma passagem esquecível pelo Parque São Jorge em 2013, o lateral Diego Macedo está em Bragança e pode jogar no Pacaembu. São mais de dez jogadores do rival que já se transferiram para o time da capital.

A proximidade entre as duas equipes permitiu até mesmo um expediente inédito, como mostrou o UOL Esporte: a venda de ingressos para corintianos, mesmo em um jogo como visitante, por meio do Programa Fiel Torcedor. A situação incomodou o presidente palmeirense Maurício Galiotte, que chegou a bater boca com o corintiano Andrés Sanchez no começo da semana.

A postura do corintiano Jadson no caso acabou por colocar um pouco mais de lenha na fogueira. No ano passado, em situação idêntica, o São Paulo recebeu o Linense duas vezes no Morumbi. À época, o corintiano disse "na minha opinião, claro que favorece o São Paulo. Jogar em casa no mata-mata, duas vezes, acaba favorecendo um pouco", disse ele. Já em 2018, o discurso foi outro: "Isso aí é muito chororô. Ano passado, o São Paulo jogou duas vezes em casa. Não lembro nem contra quem foi...Linense, né? Então, e ninguém falou nada. É direito do Bragantino", defendeu.

Atrás de uma fonte que renda que permita pagar as contas da temporada, o campeão paulista de 1990 celebra até patrocínios obtidos nos últimos dias, casos da Lunes e da Braziliex bitcoin. Em campo e no comando, porém, o Bragantino não muda tanto.

O time ainda tem Marcelo Veiga no banco de reservas, a família Chedid na direção e uma mescla de jovens com velhos conhecidos como o zagueiro Guilherme Mattis e o meia-atacante Léo Jaime. A força está na defesa, entre as melhores do Paulista com só oito gols sofridos.

Carille, que esperava contar com Jadson, ainda não terá o retorno do meia, ausente pelo terceiro jogo seguido em razão de problemas musculares. A escalação então será a mesma do último jogo contra o Deportivo Lara, com o 4-2-4 que tem trazido bons resultados e segurança na defesa - o ataque terá Emerson Sheik também outra vez. Tudo para tentar vencer fora de casa - ou nem tão fora assim -, antes da volta, na quarta, com os desfalques certos de Fagner, Balbuena e Romero, cedidos às seleções de seus países.

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