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Com viagem aos EUA, Santos quer ter laudo sobre Bruno Henrique

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ALEX SABINO E DIEGO GARCIA

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Santos decidiu mandar Bruno Henrique para os Estados Unidos para documentar a situação médica do meia-atacante, algo que, segundo funcionários do clube ouvidos pela reportagem, não aconteceu até agora durante o tratamento.

"A lesão do jogador é grave. Nós precisamos ter um diagnóstico. Por isso ele vai para o principal centro de oftalmologia do mundo", disse o médico do clube. Carlo Alba, contratado no mês passado, sem querer dar mais detalhes sobre a situação do atleta.

A reportagem apurou que tudo referente à recuperação do jogador até o momento —até a liberação para que ele voltasse a treinar, que depois foi rescindida— foi dado de maneira verbal. O Santos deseja um laudo sobre a condição clínica de Bruno Henrique para ter uma direção mais confiável do tratamento e para se prevenir caso ele não consiga voltar a jogar.

O clube evita colocar uma data para o retorno do jogador. Diretores dizem que vai depender do processo de recuperação. Ele ainda encontra problemas para enxergar com o olho esquerdo e o temor é que qualquer novo choque na região pode fazer com que ele perca totalmente a visão se não estiver 100% curado.

Bruno Henrique teve o problema na primeira partida oficial do Santos no ano, em 13 de janeiro, contra o Linense, pelo Campeonato Paulista, ao levar uma bolada. Titular da equipe de Jair Ventura, ele havia sido um dos principais jogadores da equipe em 2017.

O tratamento do jogador é criticado por integrantes da diretoria e provocou mudanças para o departamento médico. A avaliação é que ele deveria ter sido encaminhado imediatamente para um especialista em lesão na retina. Em vez disso, foi atendido por um oftalmologista em Lins e em seguida encaminhado para outro especialista em Santos.

O clube espera que no sábado (17) Bruno Henrique viaje para o John Hopkins Wilmer Eye Institute, em Baltimore, nos Estados Unidos, e inicie período de avaliação. Ele já deveria ter embarcado, mas o clube esbarrou na burocracia para o jogador conseguir o visto. Foi feito um pedido a Ricardo Zuniga, cônsul-geral dos Estados Unidos em São Paulo, para que o documento fosse liberado com maior rapidez devido à urgência médica.

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