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Com dificuldade no mercado, diretoria do Atlético-MG já cogita manter auxiliar

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VICTOR MARTINS

BELO HORIZONTE, MG (UOL/FOLHAPRESS) - O Atlético-MG queria um nome de peso para comandar o time após a saída de Oswaldo de Oliveira e procurou nomes como Cuca, Abel Braga e Fábio Carille. Todos sem sucesso, cada um com seu motivo. Diante deste cenário, com opções escassas e candidatos que já chegariam pressionados pela torcida, a direção atleticana decidiu dar tempo ao auxiliar Thiago Larghi no comando da equipe.

Apesar de ter chegado à Cidade do Galo com Oswaldo de Oliveira, Larghi foi o único da antiga comissão mantido pelo Atlético na última semana. Além do treinador, outros quatro membros de sua equipe foram dispensados pelo clube.

Neste momento, Larghi conta com o respaldo da diretoria. O vice-presidente do Atlético, Lásaro Cândido da Cunha, chegou a compartilhar em seu Twitter um texto sobre o auxiliar técnico do Atlético. Outro apoio importante para Larghi é do diretor de futebol do clube, Alexandre Gallo, com quem trabalhou na CBF entre 2013 e 2014.

Entre os jogadores, Larghi também mostra ter bastante prestígio. Os treinos da semana que antecedem o clássico com o América-MG, pela sétima rodada do Campeonato Mineiro, são fechados para a imprensa, mas elogiados pelos atletas.

"O Thiago tem a metodologia de trabalho e sabe o que ele propõe. Vamos seguir o que é solicitado. Ele tem entendimento grande no futebol e tenta errar o menos possível nos jogos", comentou o volante Adilson.

Para Elias, uma chance para Thiago Larghi pode até fazer surgir um novo Fábio Carille. O treinador, campeão brasileiro com o Corinthians, no ano passado, era auxiliar até o fim de 2016, e recebeu a oportunidade após anos de espera. Já Thiago está na Cidade do Galo há poucos meses, chegou em setembro do ano passado.

"Quem sabe a gente não tenha um novo [Fábio] Carille aqui? Que o Thiago possa ser efetivado, faça uma excelente campanha e a gente ser campeão brasileiro. Coisas que muitos jogadores, torcedores e a imprensa não acreditavam na equipe do Carille. E ele conseguiu. Passei por uma situação assim no Flamengo em que tive três treinadores no ano. No final, quem levantou o caneco foi o Jayme [de Almeida, campeão da Copa do Brasil em 2013]", comentou o volante.

Thiago Larghi é formado em educação física e durante 11 anos foi analista de desempenho. Em 2012 e 2013, foi auxiliar de Oswaldo de Oliveira no Botafogo, mas deixou o clube no ano seguinte para integrar a comissão técnica da Seleção Brasileira durante a Copa do Mundo.

No ano seguinte, foi para a Itália e adquiriu a licença B do curso da UEFA. Ainda na Europa, estagiou no Bayern de Munique e na Federação Alemã de Futebol. De volta ao Brasil, trabalhou como auxiliar técnico no Sport e no Corinthians, e concluiu a licença A do curso de treinador da CBF.

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