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Após início de ano conturbado, Fluminense vive raros dias de sossego

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LEO BURLÁ

RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) - Com o fim do Campeonato Brasileiro de 2017, a torcida do Fluminense imaginou que os ventos de 2018 soprariam de forma mais suave nas Laranjeiras, algo que só começa a dar sinais de acontecer por agora.

Após o trauma das oito rescisões com jogadores do elenco, a saída à revelia de Gustavo Scarpa, a perda de Henrique Dourado para o Flamengo, e a dificuldade para colocar os salários em dia, o Flu, aos poucos, vai conseguindo ter alguma paz.

Se o ambiente político nas Laranjeiras ainda não é dos mais sossegados, o dia a dia no centro de treinamento Pedro Antonio vive dias de mais leveza, ainda que o Tricolor tenha sido eliminado precocemente da Taça Guanabara. Ninguém admite abertamente, mas a queda foi "bem-vinda", já que Abel ganhou um tempo precioso para trabalhar.

Longe dos holofotes, o Fluminense faz seus ajustes enquanto os rivais se desgastam. Com o ambiente mais leve após o clube quitar os débitos com o elenco, a expectativa é que o grupo vire a página a partir da retomada dos compromissos. A chegada do diretor Paulo Autuori também foi importante para pacificar o Flu.

"Ele foi essencial para essa mudança, tanto fora de campo dessas coisas de salário, tanto dentro de campo", atestou o volante Richard. O elenco tricolor ganhou folga neste sábado e domingo. O grupo retoma os trabalhos a partir de segunda já de olho no Salgueiro, rival de quinta, pela Copa do Brasil.




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