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Corinthians faz dossiê com imagens de 'brigões' de protesto contra Andrés

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DASSLER MARQUES E DIEGO SALGADO

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - O protesto contra Andrés Sanchez logo após a divulgação do resultado da eleição ainda repercute no Corinthians. Nos últimos dias, o clube pediu ajuda às emissoras de televisão que estavam no local. A ideia é reunir imagens dos torcedores que tentaram agredir o dirigente no ginásio da sede social para, em seguida, entregar a autoridades.

Após a análise das primeiras imagens, o Corinthians já identificou algumas pessoas que participaram do protesto, que acabou em corre-corre no local e até em agressão ao repórter Flávio Ortega, da ESPN. Andrés, por sua vez, teve de deixar o clube escondido no banco de trás de um carro.

Pessoas ligadas à sede social admitem que o clube não conseguiu controlar o acesso ao Parque São Jorge nos momentos finais do pleito. A falha de segurança possibilitou que membros de torcidas organizadas entrassem no clube pelo saguão principal, pulando as catracas.

Segundo apuração do UOL Esporte, a maior parte dos torcedores que protestaram pertencem a uma ala radical da Gaviões da Fiel, chamado de Movimento Rua São Jorge. O grupo virou uma dissidência da organizada e durante um período se instalou ao lado da sede social, mas hoje deixou de se reunir no bairro.

Conhecido há tempos pelo tom crítico à gestão do grupo político liderado por Andrés, o movimento é contra, por exemplo, aos preços dos ingressos cobrados na Arena Corinthians. Eles pedem ainda transparência em relação às contas do estádio.

No último sábado, os torcedores fizeram novas críticas à Arena e entoaram frases como "Aqui não tem burguês". Alguns, inclusive, se dirigiram a Andrés se identificando como integrantes do movimento. Na avaliação do clube, outros torcedores organizados também fizeram parte do protesto, inclusive alguns sócios.

Procurada pela reportagem, a Gaviões da Fiel disse que não comentará o assunto. A organizada informou, porém, que não participou desse protesto contra Andrés Sanchez. Três dias depois da confusão, o promotor Paulo Castilho, do Juizado Especial Criminal, pediu abertura de inquérito à polícia. "Ele foi instaurado e chegou ontem [terça-feira] lá na delegacia. Eu requisitei imagens também para ajudar a identificar [os torcedores]", disse Castilho.

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Edhucca

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