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Renovação de contrato de Hamilton com a Mercedes já ganha ares de novela

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JULIANNE CERASOLI

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - O chefe da Mercedes, Toto Wolff, declarou ao site oficial da equipe que a renovação do contrato de Lewis Hamilton, que acaba no final da temporada 2018, é “uma questão de tempo”. Segundo o austríaco, “Lewis se tornou um pilar tão importante na equipe que não é preciso pensar duas vezes para que continuemos juntos. As negociações estão encaminhadas e de maneira bastante positiva. É uma questão de tempo para que assinemos o documento.”

Mas essa conversa não é nova. No início de novembro do ano passado, a imprensa inglesa dava o prazo de um mês para o negócio ser fechado. Isso porque, ao longo da temporada, o próprio Hamilton disse que preferia esperar o campeonato terminar para iniciar qualquer negociação.

Tão logo a temporada acabou, no GP de Abu Dhabi no final de novembro, os tabloides já anunciavam que um novo contrato milionário, de mais de meio milhão de reais (120 milhões de libras), estava selado por três anos. Mas a informação nunca foi confirmada.

Um mês depois, Wolff alimentou a teoria que circula no paddock da categoria de que o impasse para a renovação seria o período de contrato. Nos últimos anos, os acordos com os principais pilotos do grid têm sido renovados de três em três anos -o próprio Hamilton assinou de 2013 a 2015 e depois renovou de 2016 a 2018 com a Mercedes- e o inglês teria a intenção de ter um contrato mais flexível desta vez. E até o próprio chefe não descarta uma aposentadoria precoce. “Ele quer ficar conosco e queremos mantê-lo, obviamente. Mas, ao mesmo tempo, acho que ele precisa ter a paz de saber que, seja o que for que queira fazer no futuro, ele poderá fazer. No momento, ele ama a F-1 e não quer fazer nada além disso. Todo o resto são hobbies mas talvez em dois, três ou quatro anos isso possa mudar.”

Além de sempre ter deixado claro que tem outros interesses fora da F-1, Hamilton, de 33 anos, também acabou ficando com um contrato “fora de sincronia” com pilotos como Sebastian Vettel e Max Verstappen. Ambos renovaram seus acordos ano passado, e estão vinculados a Ferrari e Red Bull, respectivamente, até o final de 2020.

Trata-se de uma boa tática, uma vez que a Fórmula 1 planeja uma mudança de regulamento para 2021, podendo alterar a relação de forças entre as equipes.

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