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Provas piratas preocupam presidente da Federação Paranaense de Automobilismo

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Rubens Gatti, presidente da Federação Paranaense de Automobilismo - Foto: Divulgação
Rubens Gatti, presidente da Federação Paranaense de Automobilismo - Foto: Divulgação

As provas piratas são motivos de preocupação para Rubens Gatti, presidente da Federação Paranaense de Automobilismo (FPrA). Provas piratas são competições realizadas sem autorização da FPrA, portanto, sem normas técnicas que tem a finalidade de garantir as normas desportivas, técnicas e de segurança. A segurança vai de quem participa, ao público e a terceiros.

No ano passado provas não oficiais trouxeram grandes transtornos à FPrA. Pilotos que participaram de provas piratas e que tiveram algum tipo de descontentamento, fizeram reclamações direto à CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo), gerando situação delicada entre as duas entidades, e obrigando a FPrA a fazer esclarecimentos à CBA.

Gatti explica um alvará só é expedido pela FPrA quando o promotor do evento cumpre com todos os encargos exigidos. Ele deve ser solicitado 30 dias antes da data prevista para o evento. Os técnicos da entidade estabelecem as condições de segurança, sempre buscando preservar a integridade física de participantes, do público e de terceiros. Estas exigências vão desde o equipamento dos participantes a normas de evacuação do local caso venha a ocorrer algum imprevisto. Em caso de acidente, como será feito o atendimento a participante ou ao público.

“Em um evento automobilístico, há diversos itens que começam a ser analisado muito tempo antes da data prevista. Vai de condições da praça esportiva, de capacidade de público, como as pessoas vão chegar ao local e retornar a seus lares. Em caso de um acidente, quais condições e como será feito o atendimento, quantos profissionais estarão à disposição, quais as condições dos equipamentos, em caso atendimento médico mais aprimorado, como será feito este atendimento e de que forma a ou as ambulâncias deixaram o local. Para os participantes, as análises vão das normais desportivas (regulamentos) e condições do equipamento, se as  condições da prova desportiva oferecem a segurança necessária”, acentua Gatti.


 

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