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Diretor do Fluminense é preso em operação da Polícia Civil

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Presidente da Raça Fla é preso (Foto: Fernanda Rouvenat / G1)
Presidente da Raça Fla é preso (Foto: Fernanda Rouvenat / G1)

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - A segunda fase da operação da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática e do Ministério Público com o Juizado Especial do Torcedor está nas ruas na manhã desta segunda-feira (11) para cumprir mandados de prisão. Segundo a "Globo News", o diretor de marketing do Fluminense, Arthur Mahmoud, foi preso.

Batizada como "Limpidus", a ação pretende investigar a relação entre clubes e distribuição de ingressos para integrantes de torcidas organizadas.

Leandro Schilling, chefe da empresa responsável pelos ingressos dos jogos, também foi preso. Nesta segunda-feira, a polícia pretende cumprir mandados contra dirigentes e funcionários do Vasco e líderes de organizadas.

ESQUEMA

A operação começou para investigar a relação entre clubes e torcidas organizadas. A polícia identificou que, mesmo as torcidas que estão banidas dos estádios, recebiam regularmente os ingressos, que eram repassados para cambistas e vendidos a preços altíssimos.

No dia 1º de dezembro, o presidente da Young Flu, Manuel de Oliveira Menezes, e o vice Luiz Carlos Torres Júnior foram presos pela Polícia Civil. Além deles, Ricardo Alexandre Alves, presidente da Força Flu, também foi detido pelas autoridades.

Também foram conduzidos coercitivamente para prestar depoimentos Pedro Abad, presidente do Fluminense, Eurico Brandão, vice de futebol do Vasco, e Anderson Simões, vice-presidente de estádios do Botafogo.

Na busca realizada no Nilton Santos, a Polícia Civil apreendeu dois facões na sala do dirigente alvinegro.

"Um estádio de futebol tem tantas ferramentas... esses facões podem ter sido qualquer coisa, inclusive recolhido após serem abandonados. Preciso conversar com ele para entender melhor a situação", disse Carlos Eduardo Pereira, presidente do Botafogo.

Filho de Eurico Miranda, Euriquinho tentou se descolar de um eventual beneficiamento com o repasse de ingressos. À "Globonews", o dirigente desconversou: "Eu estou aqui como testemunha. Não estou como envolvido no processo. Não tenho nenhum envolvimento. Vou ver se eu posso ajudar em alguma coisa. Espero que possa ajudar".

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