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Escândalo de corrupção na FIFA tem mais um personagem: Lionel Messi

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© REUTERS/ Albert Gea
© REUTERS/ Albert Gea

Na sequência das investigações em torno dos numerosos casos de corrupção na FIFA, o controlador da empresa Torneos y Competencias, Alejandro Burzaco, disse ter pago US$ 200 mil (cerca de R$654 mil) ao jogador Lionel Messi pela participação do atleta em jogos amistosos da seleção argentina.

"Sim. A ele e a outros jogadores da seleção argentina. O pagamento era 200 mil dólares para assegurar que eles realmente jogariam", respondeu o empresário ao advogado do réu Juan Angel Napout quando questionado se Messi tinha recebido dinheiro pela atuação em jogos amistosos.

A afirmação foi feita durante uma audiência no Tribunal Federal do Brooklyn, que acompanha o caso. Jogadores usualmente não recebem para participar de jogos de suas respectivas seleções nacionais. Ainda de acordo com Burzaco, outros jogadores também receberam para jogar pela Argentina, embora não seja possível afirmar ainda que trata-se de propina.

Essa não é a primeira vez que o jogador do Barcelona tem o nome ligado a escândalos de corrupção. Messi também foi citado nos chamados Panama Papers, que expôs casos de lavagem de dinheiro por personalidades de todo o mundo. De acordo com o jornal Marca, o jogador teria criado uma empresa fantasma no Panamá para depositar o que ganhava do Barcelona pelo direito de imagem dele. Constituída em 13 junho de 2013, um dia depois de Messi ter sido acusado de fraude fiscal por autoridades espanholas, a off-shore foi registrada com € 4,1 milhões (cerca de R$15 milhões).

Messi foi condenado a 21 meses de prisão pelo Supremo Tribunal da Espanha, mas como teve pena inferior a 2 anos, não foi preso. Sobre a revelação de Burzaco, o pai do jogador, Jorge Horacio Messi, disse que a equipe do atleta não se pronunciaria no momento.

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