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Palmeiras pede abertura de inquérito policial após ataque ao ônibus do time

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - O Palmeiras registrou um boletim de ocorrência e pedirá a abertura de um inquérito policial para identificar os culpados pelo ataque ao ônibus do time no último domingo (12), na saída da Academia de Futebol em direção ao Allianz Parque para o jogo contra o Flamengo.

Em nota oficial assinada por Maurício Galiotte, o clube classifica os ataques como lamentáveis e diz que atos de violência serão sempre reprimidos.

No último domingo, ao sair do CT palmeirense, o ônibus foi atingido por diversos objetos e chegou a ter seus vidros estilhaçados, quase ferindo funcionários e jogadores alviverdes.

Vale destacar que o atual presidente reabriu diálogo com as organizadas após Paulo Nobre, se antecessor, romper completamente a relação com os torcedores. Ele não dá benefícios diretos, mas ouve os integrantes de torcidas e facilita a venda de ingressos para jogo de visitantes, colocando os bilhetes à venda no Allianz Parque.

Confira a nota oficial assinada pelo presidente palmeirense:

"A Sociedade Esportiva Palmeiras lavrou Boletim de Ocorrência e irá solicitar a abertura de inquérito policial para que se apure o lamentável episódio deste domingo (12) envolvendo o ataque aos veículos que transportavam a delegação para a partida contra o Flamengo.

Dois integrantes do Departamento de Futebol do Palmeiras foram atingidos por estilhaços dos vidros que foram quebrados por manifestantes que acompanharam a saída do ônibus da Academia de Futebol.

Muito mais do que danificar um patrimônio do Palmeiras, colocar em risco a integridade física de seres humanos, profissionais que estavam no exercício de suas atividades, é inadmissível e injustificável. Por isso não vamos tolerar tais condutas.

Como Presidente do Palmeiras reforço que, enquanto eu ocupar este cargo, não haverá qualquer tipo de diálogo autorizado pela Diretoria entre integrantes de torcidas organizadas e jogadores do clube.

Reitero que seguirei mantendo a política de não conceder qualquer privilégio às torcidas organizadas. O clube valoriza muito seu torcedor e respeita todos os protestos, desde que sejam feitos em local e maneira adequados. Atos de violência são inaceitáveis e por isso serão reprimidos.

O Palmeiras irá fornecer todas as provas, imagens e testemunhos de quem acompanhou o episódio para auxiliar as autoridades.

Maurício Galiotte

Presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras"

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