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Eurico vence nas urnas, mas futuro presidente do Vasco depende da Justiça

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Eurico vence nas urnas, mas futuro presidente do Vasco depende da Justiça
Eurico vence nas urnas, mas futuro presidente do Vasco depende da Justiça

Eurico Miranda deu um grande passo para se reeleger presidente do Vasco no próximo triênio. Após apuração que invadiu a madrugada desta quarta-feira, a chapa do atual mandatário venceu nas urnas por 2.111 votos, contra 1.975 de Julio Brant, 421 de Fernando Horta, além de três brancos e três votos anulados. Ao fim da contagem, porém, uma cena inusitada: duas chapas comemoraram.

Explica-se: houve uma urna com 475 votos que a Justiça vai analisar posteriormente se serão válidos ou não, o que poderá alterar o resultado final do pleito. Como a diferença de Brant para Eurico foi menor do que esse número, a oposição tentará anular o resultado das urnas.

Eu não sei nem o que eles vão impugnar. Eu não sei. Mas eles podem impugnar. O que eles vão impugnar? Os votos? Tá bom, mas baseado em quê? Baseado em quê? - disse Eurico Miranda, festejando o resultado.

Essa urna foi separada porque houve suspeita no alto número de adesão de sócios entre novembro e dezembro de 2015, último período para poder votar na eleição. Sem contar os votos da urna suspeita, Julio Brant teve a maioria: 1.935 contra 1.683 de Eurico.

A situação foi tão bizarra que a Justiça vai decidir muito rápido. Todas as urnas foram parelhas. Só uma teve mais de 90% de votos para um candidato. Vai ser uma decisão fácil da Justiça, que vai anular aqueles votos e o Vasco seguirá vida nova. Me considero presidente do Vasco - disse Julio Brant, que também festejou o resultado.

O candidato recebeu, ao longo do dia, o apoio de Fernando Horta, que também concorria ao pleito. Por volta das 16h, percebendo que era o último nas pesquisas de boca de urna, Horta abriu mão da disputa e aconselhou seu eleitores a passarem a votar em Brant.

Foram, no total, sete urnas. Quando o resultado da última foi divulgada, gritos de vitória das duas chapas ecoaram pelo ginásio de São Januário. Houve algumas discussões entre os correligionários, mas nada que se transformasse em agressão. A mais forte ocorreu durante apuração da "urna da discórdia".

Fonte- Globoesporte.com


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