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Jô diz que Corinthians não se iludiu com primeiro turno e pede cabeça erguida

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - A queda brusca da vantagem do Corinthians veio à tona novamente na tarde desta quarta-feira (25) e foi tema de quase toda a coletiva do atacante Jô e do presidente Roberto de Andrade —ambos, inclusive, participaram de uma reunião com integrantes de uma torcida organizada pouco antes.

O camisa 7 do Corinthians, que é um dos líderes do elenco, falou sobre a situação do time alvinegro depois de a vantagem sobre os rivais Palmeiras e Santos cair para seis pontos.

"Agora é reta final. Nosso primeiro turno foi muito bom e a gente não se iludiu, o segundo, não, mas ainda não acabou. Temos de ter a consciência de que tem que melhorar, é óbvio. Mas primeiro turno já prezávamos por isso. Agora não tem que baixar a guarda, é levantar a cabeça", disse o jogador.

Segundo Jô, o elenco corintiano não se sente pressionado depois do encontro com a torcida no CT Joaquim Grava. "O grupo não se sente pressionado. Estamos fazendo uma campanha brilhante. Quantos não queriam estar seis pontos na frente? Temos esse privilégio", ressaltou.

"Por tudo que já passei, procuro falar para os atletas de muitas coisas de evitar, ver. Saber que agora é o momento de concentrar no trabalho, cuidar da família, do corpo e seguir em busca do objetivo. Depois as férias estão aí pra fazer o que bem entender", completou.

Já o presidente Roberto de Andrade falou sobre a antecipação da concentração para o jogo contra a Ponte Preta, em Campinas, no próximo domingo (29) —os jogadores se reunirão no CT a partir de sexta-feira e, não, sábado.

"O fato de antecipar a concentração é uma decisão do treinador e tem nosso apoio. Sempre que tem um jogo importante, principalmente quando é fora, trazemos os atletas. A preocupação não é que eles saiam, e sim que durmam cedo e se alimentem bem", frisou.

O dirigente também comentou sobre a pressão exercida pela cúpula corintiana sobre o elenco em meio à queda de rendimento no segundo turno.

"Acho que a função do treinador é treinar o time, a do atleta é jogar e a da diretoria é dar apoio quando solicitado. Em certos momentos, é necessário a fala do presidente e do diretor. Pode-se chamar de cobrança? Pode. É importante fazer correção de rumo no meio do caminho. Cada um tem uma forma de ser. Tenho minha forma de falar com o grupo. Ninguém mais do que o atleta quer o título", finalizou o presidente alvinegro.

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