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Má fase do ataque e lesão de Fred assombram o Atlético-MG na Libertadores

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THIAGO FERNANDES

BELO HROIZONTE, MG (UOL/FOLHAPRESS) - A vida de Rogério Micale não está nada fácil. À procura de resultados positivos, o técnico precisa encontrar também uma dupla de ataque para o jogo desta quarta-feira (9), diante do Jorge Wilstermann, da Bolívia, no Mineirão, pela volta das oitavas de final da Copa Libertadores da América.

Para chegar às quartas de final pelo segundo ano consecutivo, o Atlético-MG necessita de um triunfo, já que perdeu o jogo da ida por 1 a 0. Uma vitória por dois ou mais gols de diferença garante a vaga ao time de Belo Horizonte.

Recuperando-se de problema na panturrilha direita, Fred ainda não tem presença garantida no jogo. Mas opções não faltam à comissão técnica. Luan, Rafael Moura, Robinho, Rómulo Otero, Marlone e Valdívia estão à disposição. O problema é o rendimento recente do sexteto.

Nos últimos seis jogos do Atlético-MG, entre o revés para o Bahia em pleno Independência e o tropeço diante do Grêmio em Porto Alegre, os seis estiveram em campo. Mas o Galo só marcou três gols - um na derrota para o Vasco e dois no triunfo frente ao Coritiba.

O problema é que, dos três gols feitos pelo Atlético-MG somente um deles foi marcado por um homem de frente. Rafael Moura fez contra o Coxa no estádio Couto Pereira. Os outros tentos foram anotados por Yago e Fábio Santos.

No jogo desta quarta-feira, no Gigante da Pampulha, o ataque do time mineiro terá que funcionar para que a equipe alcance a classificação para a próxima etapa da Libertadores.

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